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	<title>Partido da Nova Democracia &#187; LEGISLATIVAS 2009</title>
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		<title>Perguntas &amp; Respostas sobre o PND</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 08:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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1. O PND é um partido de Esquerda ou de Direita?
Ainda que os conceitos de Direita e Esquerda possam manter a sua validade para o pensamento político, a verdade é que actualmente existe uma grande confusão sobre Direita e Esquerda no espírito do cidadão comum, que tem grande dificuldade em fazer distinções desta natureza.
O PND não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/logo-azul_vermelho_peq11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-407" title="logo-azul_vermelho_peq11" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/logo-azul_vermelho_peq11.jpg" alt="logo-azul_vermelho_peq11" width="260" height="83" /></a></p>
<p><strong>1. O PND é um partido de Esquerda ou de Direita?</strong></p>
<p>Ainda que os conceitos de Direita e Esquerda possam manter a sua validade para o pensamento político, a verdade é que actualmente existe uma grande confusão sobre Direita e Esquerda no espírito do cidadão comum, que tem grande dificuldade em fazer distinções desta natureza.<br />
O PND não é de esquerda na medida em que repudia o socialismo e as suas utopias, o totalitarismo e a concentração de poderes (económico, financeiro, ideológico, educativo, sanitário, etc) nas mãos do Estado, ou melhor, nas mãos daqueles que o dominam, como temos visto acontecer nos últimos anos.<br />
Por outro lado, o PND também não se identifica com o conceito de Direita representado pelo CDS e PSD, do qual temos vergonha e nos demarcamos, que mais não têm feito ao longo dos anos que desvirtuar as ideias e os princípios da Direita política.<br />
Falar hoje de Direita e Esquerda é perigoso, pela confusão instalada nos espíritos, pelo que essa terminologia só deve ser usada quando entre as partes que comunicam existe um mesmo entendimento dos conceitos de Direita e Esquerda.</p>
<p><strong>2. Porque é que o PND se demarca da Direita alegadamente representada pelo CDS e PSD?</strong></p>
<p>Porque, efectivamente, essa “Direita” nunca foi capaz de combater pelas ideias que diz representar, sempre se pautou pela moleza e pela sonolência. Enquanto a Esquerda tomava conta de todos os poderes: Estado, educação, saúde, cultura, pensamento, comunicação social, subsídios,&#8230; essa “Direita” contentou-se com uns lugares de deputados em Lisboa e Estrasburgo, e algumas (poucas) vezes em governos, mas sem capacidade de exercer efectivamente o poder e, muito menos, combater a hegemonia de poder da Esquerda em Portugal. Para percebermos como Portugal está dominado e enviesado pela Esquerda basta verificar que é o único País da Europa em que a extrema-esquerda conta mais de 20% de votos nas eleições, além de empurrar o PS para políticas radicais de esquerda.</p>
<p><strong>3. Mas, então que Direita é essa do PND?</strong></p>
<p>É uma Direita que assenta as suas raízes no realismo da condição humana, que recusa as utopias e a redefinição de tudo o que já existe, que aceita o ser humano e as suas estruturas históricas de organização da sociedade civil (família, associações profissionais e culturais, municípios, Nação) como anteriores e com primazia em relação ao Estado, que preconiza um Estado Mínimo e um Governo Mínimo com especiais atribuições em garantir a soberania nacional, a defesa, a segurança e a justiça. Uma Direita que aposta na liberdade e responsabilidade da sociedade civil, não só em matéria de opções económicas e políticas, mas também de educação, saúde e iniciativa privada, em geral: aquilo em que a sociedade civil se puder bastar o Estado não deve intervir. O Estado Mínimo será um cooperador da sociedade civil e suas iniciativas e nunca um pretenso substituinte ou obstáculo ao dinamismo que queremos imprimir na sociedade civil.</p>
<p><strong>4. Que visão tem o PND do Estado moderno?</strong></p>
<p>O Estado é para o PND um meio, um instrumento ao serviço do Homem e da sociedade, nunca o princípio nem o fim da sociedade. O Estado Mínimo é o meio mais adequado para respeitar a natureza social do homem e promover o bem e a sobrevivência da comunidade.</p>
<p><strong>5. Quais são as batalhas políticas que actualmente o PND considera mais importantes?</strong></p>
<p>Limitar os poderes do Estado e deixar a sociedade civil respirar livre e responsavelmente. É imprescindível retirar os poderes das mãos da Esquerda, que é por natureza concentracionária e totalitária no exercício do poder, ainda que hoje o faça de forma subtil e burocrática. É urgente libertar a sociedade portuguesa do domínio da esquerda. Além do mais a ideologia esquerdista é destrutiva do ser humano e da coesão social. Corremos seriamente o risco dentro de 40 anos de ter uma demografia insustentável e uma população à beira da extinção, ou pelo menos sem relevância demográfica para dar continuidade ao País. Portugal pode acabar.<br />
Consideramos também muito importante evoluir para um novo regime presidencialista, mediante uma Nova Constituição, que propomos e que é muito mais sintética, clara e desidiologizada que a actual. A adopção de uma Constituição como esta seria um “começar de novo” para Portugal. Seria uma pequena revolução.</p>
<p><strong>6. Mas, limitar os poderes do Estado tem consequências a vários níveis&#8230;</strong></p>
<p>Sem dúvida. Desde logo na economia e nas finanças em que o Estado tem muito poder em virtude dos elevados impostos que cobra. É por isso que propomos uma redução significativa dos impostos (IVA, IRC e IRS), a adopção de taxas únicas e a extinção dos pagamentos especiais por conta (PEC), que é uma verdadeira extorsão. Além do mais este tipo de políticas é a resposta mais adequada à crise actual, na medida em que dinamiza verdadeiramente a economia de “baixo para cima”, criando postos de trabalho. Um alívio da carga fiscal facilita a actividade das empresas, sem as quais não há emprego. É a alternativa ao despesismo estatal e ao “investimento público”. São as empresas que criam empregos e riqueza, não o Estado nem os subsídios.<br />
Uma forma de limitar o poder do Estado e o devolver à sociedade civil é financiar a procura e não a oferta.<br />
Outra consequência no campo fiscal será obrigar os poderes públicos a prestar contas da forma como utilizam o dinheiro. Quem é que em Portugal pede contas ao Governo e aos ministros sobre a forma como utilizam o dinheiro dos contribuintes? Esta cultura da responsabilidade existe pouco em Portugal, sobretudo nas campanhas eleitorais, período em que uma estranha amnésia costuma atacar o País.</p>
<p><strong>7. Os excessivos poderes do Estado reduzem-se à fiscalidade?</strong></p>
<p>De maneira nenhuma. São bem visíveis na Educação, mais para o mal que para o bem, em medidas totalitárias como a imposição de um modelo ideologicamente formatado de “educação sexual” de forma coerciva. O Estado, na demanda de poder sobre as consciências, tenta substituir os Pais nas tarefas de educação familiar, em vez de procurar suprir com seriedade e exigência aquelas competências que a família, por si só, não pode alcançar, como o ensino/aprendizagem das matérias relevantes, a preparação intelectual, cultural e profissional das novas gerações.</p>
<p><strong>8. O que defende o PND como política de Educação?</strong></p>
<p>Diminuir o poder e o peso do Estado significa lançar medidas que, progressivamente, e de uma forma realista, promova a autonomia e mesmo a gestão privada de escolas estatais, considerando que todas as escolas, independentemente de serem privadas ou estatais, são públicas, pois estão abertas ao público, que são as famílias, promova a diversificação de currículos, a adopção do cheque-ensino, e, com esse instrumento, uma maior liberdade de escolha dos projectos educativos para as famílias, sem serem penalizadas economicamente por não optarem pelo ensino estatal. Admitimos que a adopção destas medidas melhorará a qualidade do ensino em Portugal, mas não se fará de um dia para o outro.<br />
O princípio é simples: o Ensino está centrado e em função dos alunos e não na carreira docente ou na avaliação dos professores. É a carreira docente e a avaliação dos professores que devem estar em função das reais necessidades dos alunos. A razão de ser da escola é a capacitação intelectual, cultural, profissional e humana dos alunos. O Estado não tem que educar nem ensinar, mas sim distribuir os recursos dos contribuintes de modo a que estes escolham o projecto educativo que consideram melhor para os seus filhos.<br />
Porém, acresce um novo problema para o futuro próximo: a diminuição do número de alunos devido à queda da natalidade, o que levará necessariamente à dispensa de docentes.</p>
<p><strong>9. E na saúde?</strong></p>
<p>Esse é outro terreno ideologicamente minado&#8230; que urge desminar.<br />
Também aqui estamos convencidos de que a alienação de poder por parte do Estado contribuirá para melhorar os serviços de saúde.<br />
O Estado não tem que deter o monopólio da prestação de serviços de saúde, nem a prestação de serviços de saúde deve estar centrada na oferta do Estado. O Estado tem que distribuir os recursos dos contribuintes de modo a que estes possam aceder à prestação de cuidados de saúde que necessitam.<br />
Concretizando, julgamos ser importante implementar gradualmente as seguintes medidas:<br />
• Racionalizar os gastos e serviços prestados pelo SNS. Integrar a oferta do sector privado e estendê-la aos utentes do SNS. É indiferente se um serviço de saúde é prestado pelo SNS ou por um serviço privado.<br />
• Conjugar os serviços do SNS com os serviços privados de forma a proporcionar o mínimo custo e o máximo benefício.</p>
<p><strong>10. E quanto à Função Pública e o sector administrativo do Estado?</strong></p>
<p>Portugal é um País com uma elevada despesa pública e um sector público muito dispendioso. É, desde logo, um País com uma elevada percentagem, em termos relativos, de funcionalismo público.<br />
Dadas as circunstâncias, propomos:<br />
• Congelar o ingresso de novos funcionários para a Função Pública.<br />
• Reajustar a Função Pública de acordo com as reais necessidades da procura de serviços do Estado.<br />
• O poder político tem que prestar contas da forma como usa o dinheiro dos contribuintes.<br />
• Combate ao despesismo do sector público e ao “investimento público”.</p>
<p><strong>11. Pressente-se que o PND se opõe às obras faraónicas do “investimento público”&#8230;</strong></p>
<p>Obviamente&#8230; Por essa lógica de contenção de despesas públicas, loucuras como o TGV e um novo Aeroporto no “deserto”&#8230; Jamais.<br />
Devemos optar de forma realista por soluções mais económicas, adaptadas às necessidades reais. É derreter dinheiro dos contribuintes lançar-se no TGV e deixar a meio a construção dos troços dos alfa-pendulares. É preferível e mais sério terminar os troços para os alfa-pendulares, já iniciados, do que iniciar mais uma cavalgada sem concluir a anterior. É preferível uma solução “Portela + 1”, adaptando alguma base aérea da área de Lisboa (por exemplo Alverca, que tem comboio bem perto), do que fazer um novo e enorme aeroporto de raiz. É bom não esquecer que o critério supremo de construção e obras públicas é o interesse dos portugueses, não a adjudicação de obras nem os interesses dos políticos.<br />
O esbanjamento nos estádios de futebol para o Euro 2004 devia servir de emenda&#8230;</p>
<p><strong>12. E quanto a uma política energética? Que dizer das energias alternativas?</strong></p>
<p>A energia é um bem necessário à nossa sobrevivência e desenvolvimento. Também aqui se impõem critérios económicos e de eficiência.<br />
Um objectivo que consideramos estratégico e realista é tornar Portugal gradualmente mais independente dos combustíveis fósseis do exterior. As energias alternativas (hidroeléctrica, nuclear, solar, eólica, etc) terão a sua contribuição para esse objectivo. A questão é saber a que preço. As energias alternativas são mais caras que os combustíveis fósseis e devem ser introduzidas de forma gradual e criteriosa, impondo-se como condição a sustentabilidade económica e financeira desses investimentos, isto é, não serão mantidos como deficitários à custa de subvenções estatais. O que significa que promoveremos a utilização das energias mencionadas nos sectores em que forem economicamente sustentáveis.</p>
<p><strong>13. Além da originalidade de propor um regime presidencialista, como acontece nos EUA, o PND também foi pioneiro na proposta do “Serviço Comunitário”. O que é isso?</strong></p>
<p>Uma questão de justiça muito simples. Que as pessoas que recebem subsídios de desemprego, enquanto os recebem, devem trabalhar ao serviço da comunidade, exceptuando as pensões em casos de velhice, de invalidez ou doença comprovada. Esse serviço seria prestado em horário laboral em integrado nos serviços de Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais ou outras instituições locais que sirvam a comunidade. O subsídio é a remuneração desse trabalho. Quem sabe se por aí não haveria pessoas a entrar no mercado de trabalho? Deste modo, também não faz sentido existir Rendimentos Sociais de Inserção (RSI) a troco de nada.</p>
<p><strong>14. Até agora, nem uma palavra sobre a situação da Justiça em Portugal&#8230;</strong></p>
<p>Tal é a confusão&#8230;<br />
Custe o que custar é imprescindível garantir a independência entre magistrados/tribunais e a política/políticos, e que funcionem, tanto quanto é possível, como se o outro não existisse. O facto de haver juízes que são nomeados pelos poderes partidarizados ensombra tudo isto e devia ser corrigido. Talvez se devesse impor aos magistrados a condição de não pertencer a partidos políticos.<br />
Quanto à (falta de) celeridade da justiça, se o Ministério da Justiça tem falta de funcionários, talvez se devesse reajustar a alocação de funcionários públicos pelos diferentes ministérios segundo as necessidades. Por outro lado, consta que em Portugal há leis a mais (para tudo e o seu contrário) que pretendem definir tudo ao pormenor, o que torna a sua aplicação mais difícil e ciclópica.</p>
<p><strong>15. Muitas pessoas queixam-se que não podem sair à rua&#8230;</strong></p>
<p>É verdade. Só os políticos e governantes que têm bons carros e guarda-costas desconhecem a insegurança que grassa pelo País fora. Não andam de transportes públicos, como os comboios das linhas de Sintra e Cascais, nem passam por certos meios urbanos e suburbanos. E quando passam é com aviso prévio e vão bem escoltados.</p>
<p><strong>16. Que propõe o PND fazer em favor da segurança pública?</strong></p>
<p>Poucas medidas, mas algo corajosas:<br />
• Reforço da vigilância nas fronteiras, com especial atenção sobre o tráfico de seres humanos, redes de imigração ilegal, tráfico de droga, armas, etc.<br />
• Reforço da autoridade e da confiança nas forças policiais (esta é a principal causa que mina a sua eficácia)<br />
• Fazer incidir a vigilância e apertar o controlo sobre o mundo do crime e não sobre o cidadão comum. O actual governo tem um conceito de segurança que privilegia o controlo de quem respeita a lei e a ordem: na sua política de segurança o governo tem sido forte com os fracos e fraco com os fortes. Para os fortes o crime compensa, porque com esses o governo não se mete.</p>
<p><strong>17. Acha que casos como o que recentemente sucedeu no Bairro da Bela Vista, em Setúbal, e outros que frequentemente têm sucedido (Quinta da Fonte, Azinhaga dos Besouros, o caso em que um agente da polícia foi assassinado, etc) se resolvem apenas com mais forças de segurança?</strong></p>
<p>Não. As forças de segurança são um pressuposto, um pressuposto que tem que existir, que sendo necessário não é suficiente. Depois é preciso tirar os jovens e pessoas em maior risco que vivem nesses bairros, seja para a escola, seja para aprender uma profissão, seja para trabalhar. É fundamental que as pessoas que vivem nesses bairros façam uma parte importante da sua vida fora dele, contactem individualmente com o exterior. A permanência, a ausência de contacto com o exterior, favorece a “guetização” e a integração em gangs e quadrilhas.<br />
O que sucede é que, como o Código Penal dá vantagem ao criminoso e coloca a priori sob suspeita a autoridade, o crime acaba por compensar e nesses meios campeia a sensação de impunidade. É isto que queremos combater.</p>
<p><strong>18. E a imigração? É ou não um problema?</strong></p>
<p>Neste momento, a imigração para Portugal parece ter estabilizado, e não representa um problema com a magnitude que tem em França, no Reino Unido, na Bélgica ou na Holanda. Em todo o caso devemos entendê-lo estritamente como um problema de segurança, que mais tarde ou mais cedo vamos ter que enfrentar.<br />
Na medida em que é um problema em certos países europeus também o pode vir a ser em Portugal, por arrastamento, pelo que se trata de um fenómeno que deve ser controlado, sobretudo pela forma como tem sido aproveitado pelo mundo do crime organizado para se instalar por toda a Europa.<br />
Essas medidas de controle e vigilância são benéficas para os portugueses e para os próprios imigrantes legais, porque a legalidade lhes dá mais segurança. Só o mundo do crime e do tráfico, e os que com esse mundo são cúmplices, temem a exigência da legalidade.<br />
O fenómeno da imigração deve ser controlado por razões de segurança, que os portugueses compreendem, funcionar dentro da legalidade de acordo com as necessidades laborais e económicas do País.<br />
O debate sobre a imigração em Portugal, tal como sucede noutros temas, tem sido monopolizado pela esquerda. Parece que só eles podem opinar sobre o assunto e demonizam quem pensa de modo diferente. Assim como ontem enganaram os trabalhadores, hoje querem enganar e tirar partido político dos imigrantes, dos quais se consideram donos.</p>
<p><strong>19. Como vê o PND a Europa e a União Europeia (UE)?</strong></p>
<p>A Europa vemos bem, a UE nem por isso.<br />
Não podemos cair na armadilha dos federalistas e confundir a Europa com a UE. Não são a mesma coisa. Nós somos europeus e europeístas, pró-Europa. E por isso mesmo somos contra a criação de um super-Estado na Europa por cima dos Estados e das Nações que já existem, porque tal superestrutura jurídica, burocrática e totalitária atenta contra a liberdade e a autodeterminação das Nações europeias, que se devem relacionar, aliar, fazer tratados livremente, em benefício de todas as partes, sem o controlo de uma “Central” que lhes faz imposições políticas e ideológicas.<br />
A Europa, mais do que um espaço geograficamente determinado, é um espaço civilizacional com raízes e fundamentos comuns, mas que não é politicamente homogéneo, como a UE pretende.  Nós estamos com essa Europa de Nações livres, politicamente independentes, que partilham no presente e para o futuro uma herança cultural e civilizacional comum.<br />
A UE só interessa aos políticos e funcionários dos partidos europeus, como a elevada abstenção das últimas eleições demonstrou. Não interessa aos povos europeus. A elevada abstenção das últimas eleições foi uma derrota para a UE e para o Tratado de Lisboa.<br />
A forma de proceder da UE merece toda a desconfiança dos europeus, seja pela forma pouco clara como funciona e impõe “directivas” aos governos nacionais, seja pela forma truculenta e trapalhona com que tem pretendido influenciar, mudar e corrigir os resultados de referendos a que os povos foram chamados a pronunciar-se. Para a UE os referendos só são válidos quando dão o resultado que os políticos e funcionários pretendem. Isto não é de gente honesta.</p>
<p><strong>20. Mas as eleições europeias também tiveram consequências a nível nacional&#8230;</strong></p>
<p>Se tiveram&#8230;<br />
O Engº Sócrates percebeu como nunca que pode perder as eleições legislativas. Em termos eleitorais, nestes últimos 4 anos, o PS do Engº Sócrates foi um autêntico passador de votos para a extrema-esquerda, sobretudo para o BE, que engordou à conta do PS, depois de o ter conduzido ideologicamente para medidas radicais e totalitárias (aborto, divórcio, casamentos gay, eutanásia, etc).</p>
<p><strong>21. E bastará o governo mudar para as mãos do PSD para o País mudar significativamente?</strong></p>
<p>De forma alguma. Mesmo que o governo mude para o PSD, e eventualmente também para o CDS, o poder, que é o que realmente conta na política, permanece nas mãos da esquerda: o Estado, a educação, a saúde, a ideologia dominante, a cultura, a comunicação social. É uma ilusão pensar que, mesmo que o Engº Sócrates perca as legislativas e as ganhe o PSD, a esquerda perde poder em Portugal.</p>
<p><strong>22. E o que é necessário para que a esquerda perca efectivamente poder em Portugal?</strong></p>
<p>Não basta que mude o governo. É preciso que mude efectivamente o poder. E para que mude o poder nas estruturas antes mencionadas, é preciso que mudem as mentalidades. E isso, o PSD e o CDS nunca conseguiram fazer, a também não o vão fazer agora sozinhos.<br />
É, por isso, necessário a criação de um movimento de ideias que sirva de alavanca aos partidos ditos de Direita para que o sejam de forma coerente, em pensamento e acção. Esses partidos precisam de ser dirigidos ideologicamente pela Direita, em vez de o serem pela Esquerda, como tem sucedido até aqui.<br />
O PND pode liderar e/ou fazer parte desse movimento de renovação e de união de uma Direita política ambiciosa e com garra, capaz de combater a hegemonia totalitária da esquerda. E a eleição de deputados do PND, em especial do Dr. Manuel Monteiro, é um passo indispensável para este movimento começar a ter vida e voz.<br />
Eis o que é importante reter: o PSD e o CDS sozinhos não se conseguem renovar em termos ideológicos, precisam de “ajuda externa”. O PND pode e deve contribuir decisivamente para essa renovação da Direita. Com a eleição do Dr. Manuel Monteiro essa renovação inicia a sua marcha.</p>
<p><strong>23. Mas, o mundo não é só a Europa&#8230; Quais as prioridades nas relações externas de Portugal e na política internacional?</strong></p>
<p>As prioridades orientam-se em direcções diferentes.<br />
Primeiro – os países europeus deviam olhar para a imigração um pouco ao contrário: o investimento e a formação nos países de origem das grandes massas migratórias proporcionam criação de riqueza e desenvolvimento desses povos, fixando-os nos seus próprios ambientes, sem passarem pela ilusão do “Eldorado” que alguns pensam ser a Europa.<br />
Segundo – privilegiar as relações atlânticas que o mar nos proporciona, a NATO, as nossas alianças seculares, especialmente com os EUA e Reino Unido.<br />
Terceiro – Iniciar uma política de relações mais claras e comprometidas com a CPLP e a comunidade lusófona, não só do ponto de vista cultural, mas sobretudo relações comerciais, formação científica e profissional, para dar alguns exemplos.<br />
Quarto – Intensificar as relações diplomáticas e comerciais com países de outros continentes que se caracterizem por uma matriz cultural e política de proximidade com a civilização ocidental.</p>
<p><strong>24. Quais os desafios à nossa civilização no futuro próximo?</strong></p>
<p>• O declínio demográfico do Ocidente, sobretudo da Europa<br />
• A imigração islâmica para a Europa e o dinamismo da sua demografia<br />
• As consequências económicas, sociais e políticas destes fenómenos nas próximas décadas, incluindo a hipótese de extinção da sociedade ocidental</p>
<p><strong>25. Como é que se lida com isto?</strong></p>
<p>Reconhecendo sem eufemismos os estragos que as políticas destrutivas da esquerda têm causado ao longo das últimas décadas em matéria de família e coesão social. Nós não podemos olhar só para um fenómeno de cada vez e fingir que os outros não existem. Temos que juntar tudo e ter uma visão de conjunto de todos estes fenómenos ao mesmo tempo – divórcio, aborto, “educação sexual”, casamentos gay, eutanásia – e ver o rasto de destruição que todas essas bandeiras da esquerda deixam na sociedade. Hoje temos uma sociedade profundamente envelhecida, que não se rejuvenesce se tudo continuar na mesma, que põe em perigo a sobrevivência demográfica de Portugal. Pior ainda, parece que não temos novas gerações preparadas para dar respostas adequadas.</p>
<p><strong>26. Vale a pena tentar inverter a marcha das últimas décadas ou é melhor esperar pela morte?</strong></p>
<p>Temos o dever de combater até à última gota de sangue. Se vamos vencer ou não&#8230; É muito importante que a taxa de fertilidade dispare nos próximos anos para o dobro. Se tivermos 200 mil bebés por ano, talvez consigamos recuperar o terreno perdido.</p>
<p><strong>27. Que medidas propõe para chegar aí?</strong></p>
<p>• Mudar a mentalidade dos portugueses (e dos europeus), sobretudo jovens, no sentido de olharem de uma forma bastante mais positiva para a maternidade, a paternidade e a família<br />
• Preparar as novas gerações para assumir o desafio da maternidade, da paternidade, da família, apesar das dificuldades que terão de enfrentar<br />
• Políticas de apoio às necessidades reais das famílias: aumento das deduções fiscais para as famílias com filhos e das despesas com educação dos filhos; conciliação entre trabalho e vida familiar; apoio a associações da sociedade civil que se dediquem à promoção da maternidade e da família</p>
<p><strong>28. Quais são as consequências sociais e políticas da crescente imigração islâmica para a Europa e da sua demografia?</strong></p>
<p>A questão que se põe é de saber, em consequência da conjugação do declínio demográfico da população europeia com a ascensão demográfica da população islâmica, quem é que vai deter o poder nas nações europeias daqui a 10, 20, 30 anos? Será a Europa um Líbano, uma Faixa de Gaza, uma Argélia, um Egipto, um Irão? Haverá cá Hezbollahs, Hamas, etc?</p>
<p><strong>29. Que fazer?</strong></p>
<p>Acautelar desde já a permanência da ordem política ocidental:<br />
• Garantir que o poder político permanece em mãos ocidentais<br />
• Garantir que as comunidades imigrantes aceitam a ordem política e os princípios do Direito vigentes no Ocidente</p>
<p><strong>30. Foi dito e insinuado anteriormente que a esquerda é totalitária. Porquê?</strong></p>
<p>Basta ver como funciona o poder em Portugal, que ideias são veiculadas, para não dizer impostas, na comunicação social, na educação estatal, as opiniões autorizadas, as represálias do contraditório… Que ideologia está por trás disso?<br />
Basta ver a ideologia dominante da UE e da ONU e saber como funcionam estas organizações. Estas estruturas foram tomadas de assalto pela ideologia esquerdista, que tenta impor um estilo de pensar e de viver a todos os povos, que eles chamam pomposamente “inclusivo”, mas que é único e, portanto, exclusivo, que se tem manifestado, de forma muito incisiva, na propaganda do aborto e do controle da natalidade (que eles chamam pomposamente “direitos reprodutivos”), na tentativa de equiparar o homossexualismo com o heterossexualismo e o casamentos homossexuais com os heterossexuais, e, em geral, no igualitarismo radical de todas as formas de vida. É uma estratégia global para obrigar a maioria a aceitar e viver segundo os ditames de uma minoria de iluminados e que pretende formatar o pensamento e as convicções das pessoas, determinando, de fora para dentro, todas as suas decisões, incluindo obrigar as pessoas a actuar contra a sua própria consciência. Para a esquerda não há limites para a acção política, nem para o exercício do poder. A esquerda pretende adulterar a essência do ser humano, dominar a vida e a morte. Por isso é totalitária.<br />
A esquerda apropriou-se dos “direitos”, que definiu arbitrariamente e que usa como justificação e alavanca para exercer o poder sobre os outros.<br />
Mas, porquê esses direitos e não outros, porventura contrários? Esses “direitos” definidos arbitrariamente pela esquerda radicam no igualitarismo abstracto e utópico em vez da comum natureza humana. Além de totalitária, a esquerda é arbitrária. Os direitos são assim porque eles querem, não há nenhuma referência estável para esses direitos, nem para as mudanças que eles pretendem.<br />
A natureza, ao remeter para a estabilidade do que nos é dado a priori, protege-nos do totalitarismo e da arbitrariedade.<br />
Chegados aqui, percebemos como a Direita tem andado a dormir.</p>
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		<title>TEMPO DE ANTENA RÁDIO &#8211; LEGISLATIVAS 2009</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 22:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
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Tempo de antena na Rádio, com Manuel Monteiro
Fazendo duplo clic, pode fazer o dowload:
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/novologo20095.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-402" title="novologo20095" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/novologo20095.jpg" alt="novologo20095" width="183" height="190" /></a></p>
<p>Tempo de antena na Rádio, com Manuel Monteiro</p>
<p>Fazendo duplo clic, pode fazer o dowload:</p>
<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/montagem-5min-versao-manuel-monteiro.mp3">montagem-5min-versao-manuel-monteiro</a></p>
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		<title>Programa Político 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 11:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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Publicamos o Programa Político 2009 do Partido da Nova Democraca:


 


1. Lançar as bases para um novo sistema político – Presidencialista – e para uma nova Constituição. Não é preciso apenas reformar o que existe, pois está tão podre que já não é reformável. É preciso substituir o sistema que existe por outro. A Nova Democracia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/15.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-394" title="15" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/15.jpg" alt="15" width="183" height="190" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Publicamos o Programa Político 2009 do Partido da Nova Democraca:</strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>1. Lançar as bases para um novo sistema político – Presidencialista – e para uma nova Constituição.</strong> Não é preciso apenas reformar o que existe, pois está tão podre que já não é reformável. É preciso substituir o sistema que existe por outro. A Nova Democracia tem uma proposta de Constituição para Portugal e de um novo sistema presidencialista. Esta é uma das, senão mesmo a mais importante causa que nos distingue de tudo o resto, especialmente dos partidos originados pelo MFA (PSD e CDS).<strong>2. Libertar a sociedade civil do excessivo poder (económico, ideológico, burocrático) do Estado socialista e totalitário (Princípio do Estado Mínimo e da Limitação de Poderes do Estado)</strong></p>
<p><strong>A) Finanças</strong>•</p>
<p>• Em vez de aumentar o investimento (despesismo) público baixar os impostos para dinamizar a economia em todos os sectores (não apenas no terciário). Este é o verdadeiro estímulo que a economia precisa. Baixa de IRC, IRS e IVA –<strong> um verdadeiro choque fiscal</strong>. Sendo as regiões do interior do País desfavorecidas – como se diz – porque não ter o IVA nessas regiões inferior ao litoral?<br />
• Extinguir os Pagamentos Especiais por Conta (PEC), por serem uma verdadeira extorsão<br />
• Financiar a procura e não a oferta</p>
<p><strong>B) Educação </strong></p>
<p>• Liberalização da educação e liberdade de escolha: o Estado não tem que educar, mas sim distribuir recursos dos contribuintes de forma a que as famílias possam educar os seus filhos sem penalizações económicas pelas escolhas que fazem e que criam.<br />
Muitas famílias são económica e financeiramente penalizadas e vítimas de chantagem económica por escolherem alternativas educativas ao sistema estatal, o que significa que não existe, de facto, liberdade de escolha. É imperioso corrigir esta injustiça de forma gradual, mediante deduções fiscais com despesas de educação, concessão de cheque escolar, autonomia na gestão das escolas, livre contratação de professores, abertura das escolas a outros currículos académicos diferentes e mais adequados às necessidades reais dos alunos.<br />
Centrar a acção educativa na preparação intelectual e profissional dos alunos, que é o que as famílias mais dificilmente lhes podem dar, e não na ideologia, na socialização, nem na criação de uma excessiva carga horária destinada a actividades inventadas para preencher horários de professores, numa época em que o número de alunos diminui continuamente.<br />
A avaliação de professores deve ter vários componentes e vários níveis: entrevista e observação por superiores hierárquicos, inspectores e auditores externos; inquéritos/questionários a alunos; referências parentais, se existirem e na medida em que forem relevantes. Estas várias formas de avaliação devem ser cruzadas e combinadas.</p>
<p><strong>C) Saúde</strong></p>
<p>• Liberalização e racionalização dos serviços de saúde em função da procura e não da oferta: o Estado não tem que dar saúde, mas sim distribuir recursos de forma a que as pessoas possam recorrer, sem penalizações económicas, aos serviços que necessitam realmente e não ao que o Estado lhes “oferece”.<br />
Porque é que os funcionários públicos beneficiam de um sistema privilegiado de saúde, a ADSE, sem pagar mais por isso?<br />
Estender a utilização de serviços de saúde privados aos utentes do SNS, na medida em que estes puderem prestar esses serviços, em vez de aumentar a oferta estatal a priori. Racionalizar os serviços de saúde conjugando a procura dos utentes com as ofertas dos serviços de saúde privados e do SNS, de forma a corresponder com mais qualidade à procura e a reduzir custos e défices de saúde pública (um buraco de €330 milhões em 2007; em 2008 creio que ainda não se sabe&#8230;)<br />
Possibilidade dos utentes do SNS poderem realizar análises e outros meios de diagnóstico de forma comparticipada, sem requisição obrigatória do médico de família, à semelhança do que acontece com os medicamentos (é estranho como se podem comprar medicamentos comparticipados se receitados por qualquer médico, mesmo que não seja o médico de família, mas o mesmo já não acontece quando se trata de análises ou outros meios de diagnóstico, como raios X, ecografia, etc.)<br />
Por vezes o médico de família não funciona, isto é, não há médicos disponíveis nos Centros de Saúde. Então inventaram as “consultas de recurso”, uma instituição a que só têm acesso as primeiras 6 pessoas que chegam ao centro de saúde antes das 8h em cada dia (podendo, por isso, nunca se ser atendido, porque o sistema de acesso está viciado) e sem que possa ser marcada por telefone. Ora, se é assim, para quê a obrigatoriedade do médico de família do SNS? Mais uma vez, tal como acontece no ensino, os “serviços” funcionam à imagem dos interesses da oferta estatal em detrimento das necessidades da procura. (O conteúdo relatado nos 2 últimos parágrafos corresponde a uma realidade constatada de facto, não são meras suposições).</p>
<p><strong>D) O controle estatal e ideológico</strong></p>
<p>• A situação a que chegámos, de corrupção, despesismo e privilégios do Estado, de impunidade e inconsequência do sistema de “Justiça”, de promiscuidade entre o sector estatal e alguns sectores privados, deve-se, não à falta de intervenção do Estado na vida pública, mas sim a uma excessiva intervenção e controle estatal. Existe uma quantidade impressionante de leis e regulamentos, para tudo e o seu contrário.<br />
• O combate contra o controle de tudo pelo Estado – o combate pelo Estado Mínimo – é o combate contra a esquerda. Porquê? Porque desde há várias décadas é a esquerda que domina todo o aparelho do Estado, mesmo quando não está no governo continua efectivamente no Poder, utilizando esse aparelho e o dinheiro dos contribuintes para implementar a sua ideologia (o marxismo económico ontem, e hoje o marxismo antropológico, mediante as subreptícias ideologias do “género” e “gay”). Para quem duvidar que estas últimas ideologias tenham o cunho marxista, cita-se (em português, de um livro publicado pela primeira vez em 1884) <em>Frederick Engels, “The Origin of the Family, Private Property and the State”, International Publishers, New York, 1972, pp. 65-66</em>: “O primeiro antagonismo de classes da História coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher unidos no matrimónio monógamo, e a primeira opressão de uma classe por outra, com a do sexo feminino pelo masculino”. Daqui a considerar que a existência, e a incontornável distinção, pelo menos biológica, de homens e mulheres deve ser suprimida, é um tiro. É o que estamos a observar com Sócrates et al.<br />
• Por estes motivos, que não devemos ter medo de culpabilizar a esquerda pelo estado de degradação e declínio em que se encontra o País e que não é resultado apenas do último mau ano, mas sim o efeito de políticas destruidoras da esquerda a nível social ao longo de várias décadas, porque, efectivamente, no que toca ao domínio do Estado e das “políticas sociais”, como eles chamam, é a esquerda que “corta o bacalhau”, sem ouvir ninguém.<br />
Apesar de um momento de crise económica, como este, parecer mau para atacar a esquerda, que tem a fama – mas não o proveito – de ser quem protege os mais pobres e fracos, chegou o momento de desmistificar a esquerda dos subsídios por tudo e por nada e a troco de nada, do assistencialismo dos computadores e rebuçados, que servem apenas para comprar votos.<br />
• Chegou o momento de desmistificar a demagogia social da esquerda, que talvez tenha criado mais problemas do que aqueles que mitigou, que nunca promoveu a responsabilidade pessoal e social, e de afirmar uma direita social que, ao contrário da esquerda, não pretende redesenhar nem corrigir as estruturas da sociedade nem a essência do Homem, mas que respeita essas estruturas e essa essência e se dispõe a servi-las. Aí está a diferença.</p>
<p><strong>3. Combate ao despesismo do Estado</strong></p>
<p>• Reajustar a Função Pública de acordo com as reais necessidades da procura de serviços do Estado.<br />
• O poder político tem que prestar contas da forma como usa o dinheiro dos contribuintes.<br />
• Substituir o “investimento público” pelo estímulo à actividade da sociedade civil<br />
• Extinguir o Tribunal Constitucional</p>
<p><strong>4. Segurança</strong></p>
<p>• Reforço da autoridade e da confiança nas forças policiais (esta é a principal causa que mina a sua eficácia<br />
• O actual governo aperta a vigilância junto daqueles que são pacatos e pacíficos, mas foge com medo dos criminosos e das máfias com poder de fogo. Moral da história: o governo é forte com os fracos e fraco com os (mais) fortes. Vejamos se o governo mandou desarmar os gangs da Quinta da Fonte? Pois é…<br />
• Reforço da vigilância e defesa das fronteiras contra o tráfico de droga, armas, seres humanos, terrorismo e costa marítima, por onde entram “imensas coisas”.<br />
• Controle do fenómeno da imigração ilegal e adopção de uma política de imigração de acordo com as necessidades laborais e económicas do País.</p>
<p><strong>5. Política Energética</strong></p>
<p>• Privilegiar o caminho para uma maior independência energética (sobretudo no que toca aos combustíveis fósseis)<br />
• Substituir as centrais termoeléctricas a carvão e gás por centrais hidroeléctricas e/ou energia nuclear<br />
• Estudar abertamente a opção da energia nuclear, subordinada à sua sustentabilidade económica e financeira, sem medos nem complexos.<br />
• Admitir sob condições a utilização de energia solar e eólica, de forma sustentada em termos económicos e financeiros, isto é, sem subsídios do Estado. São fontes de energia de produção variável e com grande investimento financeiro, portanto mais caras.<br />
• Estudar a possibilidade de introduzir prudentemente (de forma economicamente sustentada) outros combustíveis alternativos no sector dos transportes.</p>
<p><strong>6. Um problema real que todos têm medo de falar: o declínio demográfico</strong></p>
<p>Trata-se de um problema muito mais grave que as “alterações climáticas”ou o “aquecimento global”, ao contrário do que afirma a propaganda dos media no Ocidente. É um problema, ou melhor, o problema que pode pôr em causa a identidade e a continuidade de algumas nações europeias e seus povos no futuro, dado que não renovam gerações. E mais ainda na Europa de Leste, em que países como a Rússia e a Bulgária têm perdido população nos últimos anos, a Rússia a um ritmo de 700 mil/ano.<br />
Quem tiver dúvidas sobre isto pode ver um resumo de um documentário publicado em 2008 em www.demographicwinter.com.<br />
Em Portugal, apesar do Ministério da Educação derreter rios de dinheiro em escolas novas e muito tecnológicas – deve ser para os últimos apagarem a luz – são muitas aquelas que têm fechado cada ano que passa. É claro que há sempre uma solução airosa para segurar o emprego dos professores: prolongar mais e mais a escolaridade obrigatória.</p>
<p><strong>Como é que se chegou aqui?</strong></p>
<p>Salvo melhor explicação, por acção do efeito destrutivo da ideologia de esquerda que passou a dominar política e culturalmente o País desde há 50 anos. Existe inequivocamente uma ditadura cultural de esquerda em Portugal. Um dos seus efeitos é este.<br />
Esta ideologia materializou-se na imposição, aceitação e banalização social de realidades como o divórcio, o aborto, a relativização da família, hoje os casamentos gay e amanhã a eutanásia, o que leva, com o tempo, à criação de uma mentalidade adversa à aceitação da maternidade, tornando-a socialmente mal vista, e à estabilidade familiar, mentalidade que impede um relançamento da natalidade. E o pior de tudo não é que a maternidade seja hoje socialmente mal vista e demonizada. O pior de tudo é que as novas gerações não foram preparadas (bem pelo contrário) para assumir na vida funções e responsabilidades de paternidade e maternidade.</p>
<p>Soluções?<br />
• <strong>Criar uma nova mentalidade favorável à maternidade e à família</strong>, para a qual o Estado mais do que fazer deve deixar fazer, sem intervir excessivamente como tem feito, em sentido contrário, nas últimas décadas.<br />
• <strong>Preparar as novas gerações para assumir na vida funções e responsabilidades de maternidade e paternidade</strong>.<br />
• <strong>Os políticos não terem medo de falar desta necessidade e de encorajarem a sociedade civil </strong>a aceitar a maternidade e a natalidade, como condição imprescindível para a continuidade e identidade do País.<br />
• Atirar com dinheiro indiscriminadamente para este problema – tão típico do socialismo – não é solução; não é por falta de dinheiro que a natalidade está como está, mas sim porque a maternidade deixou de ser bem vista (uma questão de mentalidade, ideológica).<br />
<strong>Apoios económicos oportunos a situações concretas de conciliação entre trabalho familiar e extra-familiar</strong>, sem que o subsidiarismo se torne uma regra universal, <strong>aumento das deduções fiscais familiares com despesas de educação e bens de primeira necessidade (3000€/ano), bem como o apoio a associações da sociedade civil que se dediquem à promoção da maternidade e da família </strong>são preferíveis a organizações estatais, comissões, repartições, etc, que só servem para sorver dinheiro inutilmente. Publica-se no fim o resultado de uma sondagem sobre as principais dificuldades que as pessoas sentem para ter mais filhos e quais as medidas que mais as ajudariam.<br />
<strong>Políticas de conciliação do trabalho e da vida familiar que não penalizem as empresas.</strong><br />
• <strong>Fim de todas as subvenções estatais à APF</strong>, que foram os grandes mentores do controle da natalidade, incluindo a liberalização do aborto, e, por conseguinte, do declínio demográfico em Portugal nos últimos 40 anos. Basta de acção destruidora.<br />
• É óbvio que este problema – <strong>o declínio demográfico </strong>– tem que passar a fazer parte da equação política do futuro, devendo ser tido em conta na acção de estratégia política, na perspectiva de o superar, coisa que demorará muitos anos. Se for superado, é claro.</p>
<p><strong>7. Uma coincidência: a imigração islâmica e a sua dinâmica demográfica</strong></p>
<p>• A par do declínio demográfico do Ocidente, ocorre a imigração islâmica para a Europa com uma dinâmica demográfica que terá, e nalguns países (Alemanha, França Holanda, Bélgica, Reino Unido) já começa a ter, consequências sociais e políticas que não podemos ignorar<br />
• Do ponto de vista político levantam-se questões pertinentes já conhecidas em países de maioria muçulmana, pelo impacto que o islamismo tem na ordem política e na lei civil: como será o poder político e a lei, daqui a 10, 20, 30 anos, quando as comunidades e as lideranças islâmicas sentirem que podem tomar o controle político de territórios europeus? E os europeus, como vão sobreviver nessa ordem política? Não poderão alguns países europeus transformar-se num Líbano, numa faixa de Gaza, num Irão, num Iraque, num Egipto, numa Líbia ou numa Argélia, num Hezbollah ou num Hamas?</p>
<p><strong>Soluções para a ordem política do Ocidente</strong></p>
<p>• Garantir que o poder político permanece em mãos ocidentais<br />
• Garantir que as comunidades imigrantes aceitam a ordem política e os princípios do Direito vigentes no Ocidente</p>
<p><strong>8. União das Direitas em Portugal</strong></p>
<p>• A Direita tem sido sulcada por sectarismos e incompatibilidades pessoais, o que lhe destruiu a credibilidade e hoje vale o que vale, isto é, quase nada. É preciso pôr de lado esse caminho sectário de insulto, de crítica destrutiva, de intrigas e de divisões. Deve ser uma missão da Nova Democracia lutar por uma União das Direitas, em torno de princípios, de ideias e de políticas.<br />
• Devemos, por conseguinte, aparecer junto da opinião pública como uma força política não sectária, que procura o entendimento, que reforça a Direita e não se recusa a dialogar com outras forças políticas ideologicamente mais próximas, apesar das diferenças reais.<br />
• O PSD e o CDS não têm sido capazes de deter o domínio ideológico da esquerda em Portugal, porque abdicaram de pensar e de combater em termos ideológicos, reduzindo a política à mera ocupação de lugares e cadeiras. E não há qualquer razão para pensar que vão agora travar um combate de ideias que afaste o domínio ideológico da esquerda totalitária.<br />
• Por isso, temos o dever de, se possível com a colaboração de outras forças políticas próximas, ser essa alavanca de unidade e renovação ideológica capaz criar uma alternativa política e mesmo conduzir o PSD e o CDS na luta contra o totalitarismo e o domínio da esquerda.</p>
<p><strong>ANEXOS:</strong></p>
<p>1. Sondagem da Netsonda “Estudo sobre o número de filhos” (Maio de 2009) a pedido da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas) N=531</p>
<p><strong>De uma forma geral, os principais obstáculos a ter mais filhos prendem-se com dificuldades económico-financeiras, seja quanto a despesas genéricas essenciais, seja em relação a despesas escolares. A estes, seguem-se razões que têm a ver com expectativas de mobilidade social e de consumo (“Quero dar-lhes tudo aquilo que eu não tive”).</strong></p>
<p><strong>As acções concretas definidas como prioritárias são as que se prendem com o Apoio financeiro do Estado (Dedução de impostos, aumento do abono de família e maiores deduções para despesas de educação) e com a Conciliação da vida familiar e profissional (poder acompanhar os filhos, ajuda do marido/companheiro e possibilidade de habitar perto do local de trabalho).</strong></p>
<p>2. Documentário sobre demografia islâmica e ocidental<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=6-3X5hIFXYU&amp;eurl=http%3A%2F%2Fbeltwayblips%2Edailyradar%2Ecom%2Fvideo%2Fmuslim%5Fdemographics%2F&amp;feature=player_embedded" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=6-3X5hIFXYU&amp;eurl=http%3A%2F%2Fbeltwayblips%2Edailyradar%2Ecom%2Fvideo%2Fmuslim%5Fdemographics%2F&amp;feature=player_embedded</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>LISTAS COMPLETAS LEGISLATIVAS 2009</title>
		<link>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/listas-completas-legislativas-2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 10:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[


AVEIRO
BRAGA
BRAGANÇA
ÉVORA
EUROPA
FARO
FORA DA EUROPA
GUARDA
LEIRIA
LISBOA
MADEIRA
PORTO
SANTARÉM
SETÚBAL
VIANA DO CASTELO
VISEU
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/14.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-391" title="14" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/14.jpg" alt="14" width="183" height="190" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/votepnd.jpg"></a></strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-355" title="votepnd" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/votepnd.jpg" alt="votepnd" width="696" height="198" /></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-de-aveiro/" target="_blank">AVEIRO</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-braga/" target="_blank">BRAGA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-braganca/" target="_blank">BRAGANÇA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-evora/" target="_blank">ÉVORA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-europa/" target="_blank">EUROPA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-faro/" target="_blank">FARO</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-fora-da-europa/" target="_blank">FORA DA EUROPA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-guarda/" target="_blank">GUARDA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-de-leiria/" target="_blank">LEIRIA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-de-lisboa/" target="_blank">LISBOA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-da-madeira/" target="_blank">MADEIRA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-do-porto/" target="_blank">PORTO</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-santarem/" target="_blank">SANTARÉM</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-de-setubal/" target="_blank">SETÚBAL</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-viana-do-castelo/" target="_blank">VIANA DO CASTELO</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pnd.pt/legislativas-2009/entregue-a-primeira-lista-do-pnd-concorrente-as-legislativas-viseu/" target="_blank">VISEU</a></strong></p>
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		<item>
		<title>LISTA DO CÍRCULO DE LISBOA</title>
		<link>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-de-lisboa/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 11:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[



LEGISLATIVAS 2009
LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS CÍRCULO ELEITORAL: LISBOA


 


Candidatos Efectivos:1) Manuel António de Almeida Brás
2) Isabel Maria Rosa Fonseca de Almeida Guerra
3) João Manuel de Carvalho Fernandes
4) Maria Carolina Freire Guerra Moura de Carvalho Marquês
5) Rui Manuel da Costa Carvalho Brás
6) Sara Raquel da Silva Santos Costa
7) Luís António Dias Alves
  Maria Paula Loureiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/manuelbras7_peq1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-385" title="manuelbras7_peq1" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/manuelbras7_peq1.jpg" alt="manuelbras7_peq1" width="249" height="278" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>LEGISLATIVAS 2009<br />
LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS CÍRCULO ELEITORAL: LISBOA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Candidatos Efectivos:</strong>1) Manuel António de Almeida Brás<br />
2) Isabel Maria Rosa Fonseca de Almeida Guerra<br />
3) João Manuel de Carvalho Fernandes<br />
4) Maria Carolina Freire Guerra Moura de Carvalho Marquês<br />
5) Rui Manuel da Costa Carvalho Brás<br />
6) Sara Raquel da Silva Santos Costa<br />
7) Luís António Dias Alves<br />
 <img src='http://www.pnd.pt/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Maria Paula Loureiro Dimas Cardoso<br />
9) Mário Jorge Carneiro Lemos<br />
10) Luísa Paula Castelo dos Reis<br />
11) José Nicolau Pessoa Jorge Morais Barbosa<br />
12) Maria João de Jesus Fernandes<br />
13) Rui Manuel Ricardo da Silva Carneiro<br />
14) Maria Luísa Mendonça Carvalho Marvão Capela<br />
15) José António Golfa Namorado Malacriz<br />
16) Mário José Ramos Marques<br />
17) Alzira Maria Carapinha Porta-Nova Lopes<br />
18) Paulo Jorge dos Santos Marques<br />
19) Debora Ross Marques Costa Neto<br />
20) José Augusto Gomes de Moura<br />
21) Diogo Velez Mouta Pacheco de Amorim<br />
22) Fernanda Ramos Braz<br />
23) Vicente Portocarrero de Almada de Barros Cardoso<br />
24) Cláudia Sofia Dimas Soares<br />
25) José Manuel Gomes de Almeida<br />
26) Paula Cristina Freire Guerra Moura de Carvalho<br />
27) Filipe Manuel Vaz Fernandes<br />
28) Paula Cristina Marques dos Santos<br />
29) António Marques Rodrigues<br />
30) Sónia Maria Pereira Pinheiro Tomás<br />
31) Joaquim Manuel Saraiva Lopes<br />
32) Teresa Elisa da Silva Azevedo<br />
33) Carlos Fernando dos Santos Marques – Ind.<br />
34) Cláudia Susana Nunes Lourenço Pereira<br />
35) Helena Cristina Rodrigues<br />
36) Eurico José Nunes da Silva<br />
37) Rosária Maria dos Santos L. Pereira Carvalho<br />
38) João Carlos Loureiro Cardoso<br />
39) Teresa Paula Batista Correia Loureiro<br />
40) Carlos Manuel da Costa Catarino<br />
41) Alda Maria Miranda de Almeida<br />
42) Maria Augusta Freire Pires Guerra<br />
43) Emanuel dos Santos Loureiro Cardoso<br />
44) Maria Manuela da Cruz Nunes Lourenço Pereira<br />
45) Rui Manuel Henriques Felgar Ferreira<br />
46) Fernando Gonçalves Lopes<br />
47) Tânia Pinheiro Tomás</p>
<p><strong>Candidatos Suplentes: </strong></p>
<p>1) Nuno Alexandre Loureiro Cardoso<br />
2) Ricardo José da Conceição Silva<br />
3) Ana Filipa Martins<br />
4) Idalina Maria Martins Pereira</p>
<p><strong>Mandatário da Lista:</strong><br />
Manuel António de Almeida Brás</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LISTA CÍRCULO BRAGA</title>
		<link>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-braga/</link>
		<comments>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-braga/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 19:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[



LEGISLATIVAS 2009
LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS CÍRCULO ELEITORAL: BRAGA


 


Candidatos Efectivos:1) Manuel Fernando da Silva Monteiro
2) José Manuel de Sousa Pereira
3) Sandra Carneiro de Sousa Marques
4) Artur da Costa Mesquita Guimarães
5) Jorge Manuel de Mesquita Fernandes
6) Maria da Luz Araújo Fernandes
7) José David Santos Araújo
  Paulo Alexandre Lopes Oliveira
9) Maria Armandina Gonçalves Magalhães da Silva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/mm_dn_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-382" title="mm_dn_2" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/mm_dn_2.jpg" alt="mm_dn_2" width="178" height="175" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>LEGISLATIVAS 2009<br />
LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS CÍRCULO ELEITORAL: BRAGA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Candidatos Efectivos:</strong>1) Manuel Fernando da Silva Monteiro<br />
2) José Manuel de Sousa Pereira<br />
3) Sandra Carneiro de Sousa Marques<br />
4) Artur da Costa Mesquita Guimarães<br />
5) Jorge Manuel de Mesquita Fernandes<br />
6) Maria da Luz Araújo Fernandes<br />
7) José David Santos Araújo<br />
 <img src='http://www.pnd.pt/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Paulo Alexandre Lopes Oliveira<br />
9) Maria Armandina Gonçalves Magalhães da Silva Teixeira<br />
10) António Carlos Freitas Teixeira Pereira<br />
11) João Veloso da Silva<br />
12) Tânia Marisa Antunes Ramalho<br />
13) Fernando Pereira Portilho Meireles<br />
14) João Dias da Mota<br />
15) Paula Virgínia Pereira Ribeiro<br />
16) Carlos Manuel Gonçalves dos Santos<br />
17) Francisco da Cunha Carvalho<br />
18) Sílvia Raquel Peixoto Machado<br />
19) Domingos Bernardino da Silva Gomes dos Santos</p>
<p><strong>Candidatos Suplentes:</strong></p>
<p>1) António Augusto Baptista Pereira<br />
2) João Manuel da Silva Gomes dos Santos<br />
3) Elisabete Moreira de Castro<br />
4) António Joaquim Farinha da Cunha<br />
5) Álvaro Manuel Oliveira Maio</p>
<p><strong>Mandatário da Lista:</strong></p>
<p>Luís Teixeira e Melo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td align="right"><a href="javascript:loadwindow('enviar.php?noticia=7562',450,250)"></a>  <a href="javascript:loadwindow('imprimir.php?noticia=7562',600,450)"></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LISTA DO CÍRCULO DA MADEIRA</title>
		<link>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-da-madeira/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 11:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[

LEGISLATIVAS 2009
LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS
CÍRCULO ELEITORAL: REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA
Candidatos Efectivos:
1) José Manuel da Mata Vieira Coelho
2) Baltasar de Carvalho Machado Gonçalves de Aguiar
3) Raquel da Conceição Vieira Coelho
4) Gil da Silva Canha
5) Eduardo Pedro Welsh
6) Catarina da Silva Santos
 
Candidatos Suplentes:  
1) Joel Filipe De Almeida França Viana
2) Cláudio Ângelo Gonçalves Gomes
3) Ana Patrícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/j-m-coelho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-389" title="j-m-coelho" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/j-m-coelho.jpg" alt="j-m-coelho" width="242" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">LEGISLATIVAS 2009</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">CÍRCULO ELEITORAL: REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA<br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></strong><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">Candidatos Efectivos:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">1) José Manuel da Mata Vieira Coelho</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">2) Baltasar de Carvalho Machado Gonçalves de Aguiar</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">3) Raquel da Conceição Vieira Coelho</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">4) Gil da Silva Canha</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">5) Eduardo Pedro Welsh</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">6) Catarina da Silva Santos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">Candidatos Suplentes:  </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">1) Joel Filipe De Almeida França Viana</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">2) Cláudio Ângelo Gonçalves Gomes</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">3) Ana Patrícia da Silva Oliveira</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">4) José Tomás Fernandes de Freitas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">5) Luís Filipe Velosa Camacho</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">6) Ana Cristina Saldanha Xavier</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"><span style="font-family: Calibri;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;">Mandatário da Lista:</span></strong><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;;"><br />
Baltasar de Carvalho Machado Gonçalves de Aguiar<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LISTA DO CÍRCULO DO PORTO</title>
		<link>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-do-porto/</link>
		<comments>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-do-porto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 10:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[



Lista de Candidatos à Assembleia da Republica apresentada pelo Partido da Nova Democracia – PNDCirculo Eleitoral do Porto



 


Candidatos efectivos1. Olga Maria Freitas Simões de Oliveira Fernandes
53 anos
Profissão – Professora do Ensino Superior
2. Nuno Ricardo Carvalho Matos de Almeida
29 anos
Profissão – Técnico de Turismo
3. Rui Bruno Alves Pinheiro
29 anos
Profissão – Engenheiro
4. Vânia Fonseca Moreira de Carvalho
29 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/olgafernandes21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-369" title="olgafernandes21" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/olgafernandes21.jpg" alt="olgafernandes21" width="180" height="240" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Lista de Candidatos à Assembleia da Republica apresentada pelo Partido da Nova Democracia – PNDCirculo Eleitoral do Porto</p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Candidatos efectivos</strong>1. Olga Maria Freitas Simões de Oliveira Fernandes<br />
53 anos<br />
Profissão – Professora do Ensino Superior</p>
<p>2. Nuno Ricardo Carvalho Matos de Almeida<br />
29 anos<br />
Profissão – Técnico de Turismo</p>
<p>3. Rui Bruno Alves Pinheiro<br />
29 anos<br />
Profissão – Engenheiro</p>
<p>4. Vânia Fonseca Moreira de Carvalho<br />
29 anos<br />
Profissão – Investigadora</p>
<p>5. Viriato Nuno Branco Pedrinho da Costa Pereira<br />
36 anos<br />
Profissão – Engenheiro Técnico</p>
<p>6. Raul José Ferreira Lopes<br />
55 anos<br />
Profissão – Advogado</p>
<p>7. Teresa Maria Freitas Simões de Oliveira Silveira da Fonseca<br />
45 anos<br />
Profissão – Enfermeira</p>
<p>8. Tomé Ramos Fernandes<br />
64 anos<br />
Profissão – Empresário</p>
<p>9. Carlos Manuel Alves Carneiro<br />
36 anos<br />
Profissão – Bancário</p>
<p>10. Militina Amália Gonçalves Silveira Alves Osório<br />
35 anos<br />
Profissão – Tradutora</p>
<p>11. Ricardo Jorge de Oliveira e Mesquita Fernandes<br />
29 anos<br />
Profissão – Arquitecto</p>
<p>12. Pedro Miguel Fonseca Moreira de Carvalho<br />
32 aqnos<br />
Profissão – Professor</p>
<p>13. Sílvia Isabel Pereira de Oliveira<br />
33 anos<br />
Profissão – Enfermeira</p>
<p>14. Diogo Costa Valente Tomás Pereira<br />
25 anos<br />
Profissão – Estudante</p>
<p>15. Hugo Filipe de Oliveira e Mesquita Fernandes<br />
28 anos<br />
Profissão – Médico</p>
<p>16. Ana Cristina da Costa Faria<br />
24 anos<br />
Profissão – Estudante / Assistente de Contencioso</p>
<p>17. Anacleto Ricardo Fernandes do Amaral<br />
29 anos<br />
Profissão – Professor História</p>
<p>18. Telmo Filipe da Silva Fernandes<br />
29 anos<br />
Profissão – Gestor de Recursos Humanos</p>
<p>19. Susana Patrícia Lopes Araújo Loureiro<br />
28 anos<br />
Profissão – Comercial</p>
<p>20. José Luís Mesquita dos Santos Lima de Almeida<br />
29 anos<br />
Profissão – Engenheiro Civil</p>
<p>21. Adérito Gomes Margato<br />
62 anos<br />
Profissão – Escritor</p>
<p>22. Filipa Isabel Pereira de Oliveira<br />
22 anos<br />
Profissão – Estudante</p>
<p>23. Pedro Emanuel de Oliveira e Mesquita Fernandes<br />
25 anos<br />
Profissão – Estudante</p>
<p>24. Manuel António Ferreira de Campos<br />
38 anos<br />
Profissão – Técnico de Electrónica</p>
<p>25. Maria da Graça dos Santos Pereira de Oliveira<br />
57 anos<br />
Profissão – Preceptora</p>
<p>26. Carlos Manuel Peixoto Ramalho<br />
29 anos<br />
Profissão – Professor</p>
<p>27. Sérgio Alexandre da Costa Barros<br />
28 anos<br />
Profissão – Informático</p>
<p>28. Paula Fernanda Vieira Pereira<br />
29 anos<br />
Profissão – Empresária</p>
<p>29. Adriano Moreira de Carvalho<br />
62 anos<br />
Profissão – Aposentado</p>
<p>30. Manuel Gonçalves Leite Fernandes<br />
59 anos<br />
Profissão – Delegado de Informação Médica</p>
<p>31. Carminda Ribeiro Couto Ferreira Campos<br />
39 anos<br />
Profissão – Auxiliar da Acção Directa</p>
<p>32. José Pedro Rios Coimbra<br />
26 anos<br />
Profissão – Comercial</p>
<p>33. Rui Marcos Mirancos Correia<br />
31 anos<br />
Profissão – Técnico de Turismo</p>
<p>34. Sónia Andreia Araújo Cruz<br />
27 anos<br />
Profissão – Decoradora</p>
<p>35. António Domingos Neves de Sousa Vigário<br />
37 anos<br />
Profissão – Industrial de Ourivesaria</p>
<p>36. Helder Alexandre Mendonça Henriques<br />
32 anos<br />
Profissão – Empregado de Escritório</p>
<p>37. Gilberta Teresa de Oliveira Fonseca<br />
53 anos<br />
Profissão – Professora</p>
<p>38. Maria Gabriela Neves Simões de Moura Fernandes<br />
57 anos<br />
Profissão – Escriturária</p>
<p>39. Maria da Assunção Ferreira Nogueira Linhares<br />
50 anos<br />
Profissão – Assistente Administrativa</p>
<p><strong>Candidatos suplentes</strong></p>
<p>1. Andreia Patrícia Fonseca Miranda<br />
24 anos<br />
Profissão – Técnica de Informática</p>
<p>2. Armando Teixeira de Sousa<br />
79 anos<br />
Profissão – Profissional de Seguros Aposentado</p>
<p>3. Raquel Sofia Almeida Domingos<br />
31 anos<br />
Profissão – Gerente</p>
<p>4. Joaquim Fernando Pereira de Oliveira<br />
59 anos<br />
Profissão – Administrativo</p>
<p>5. Pedro Santos<br />
29 anos<br />
Profissão – Vendedor</p>
<p>6. Vanessa Adriana Araújo Cruz<br />
18 anos<br />
Profissão – Estudante</p>
<p>7. Miguel Ângelo Loureiro Vieira<br />
28 anos<br />
Profissão – Técnico de Informática</p>
<p><strong>Mandatária: Olga Maria Freitas Simões de Oliveira Fernandes</strong></p>
<p>e-mail: <a href="mailto:mfernandes.olga@gmail.com">mfernandes.olga@gmail.com</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-do-circulo-do-porto/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>LISTA CÍRCULO ÉVORA</title>
		<link>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-evora/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 11:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[
LEGISLATIVAS 2009
LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS
CÍRCULO ELEITORAL: ÉVORA 
Candidatos Efectivos:
 
1) Leonel José Baguinho Mira 
2) Rosa Olívia Medinas da Silva Grade 
3) Paulo Ricardo Dias Fialho 
 
Candidatos Suplentes:  
 
1) Sónia Cristina Frade Mirador Murteira 
2) António Joaquim Grade 
3) Feliciana Maria dos Santos Pereira 
 
Mandatário da Lista:

Paulo Ricardo Dias Fialho
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/13.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-377" title="13" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/13.jpg" alt="13" width="183" height="190" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">LEGISLATIVAS 2009</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">CÍRCULO ELEITORAL: ÉVORA <br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Candidatos Efectivos:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1) Leonel José Baguinho Mira </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">2) Rosa Olívia Medinas da Silva Grade </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">3) Paulo Ricardo Dias Fialho </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Candidatos Suplentes:  </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1) Sónia Cristina Frade Mirador Murteira </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">2) António Joaquim Grade </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">3) Feliciana Maria dos Santos Pereira </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Mandatário da Lista:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 14pt;"><br />
<span style="font-family: Times New Roman;">Paulo Ricardo Dias Fialho</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-evora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>LISTA CÍRCULO VIANA DO CASTELO</title>
		<link>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-viana-do-castelo/</link>
		<comments>http://www.pnd.pt/legislativas-2009/lista-circulo-viana-do-castelo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 10:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[LEGISLATIVAS 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[



LEGISLATIVAS 2009 LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS CÍRCULO ELEITORAL: VIANA DO CASTELO


 


Candidatos Efectivos:
1) Sara de Castro Gonçalves
2) Rui Manuel Rodrigues Gonçalves
3) José Manuel Martins Pereira Almeida
4) Patrícia Antunes Maciel
5) Rúben André Alves
6) Hugo Dias Quesado
Candidatos Suplentes:
1) Fabíola Sofia da Silva Barbosa
2) Manuel de Jesus Martins Queiroz
3) Joaquim Américo Cunha Velho Sousa
Mandatário da lista:
José Leones Fernandes



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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/saracastro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-374" title="saracastro" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/saracastro.jpg" alt="saracastro" width="233" height="297" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>LEGISLATIVAS 2009 LISTA DE CANDIDATOS A DEPUTADOS CÍRCULO ELEITORAL: VIANA DO CASTELO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Candidatos Efectivos:</strong></p>
<p>1) Sara de Castro Gonçalves<br />
2) Rui Manuel Rodrigues Gonçalves<br />
3) José Manuel Martins Pereira Almeida<br />
4) Patrícia Antunes Maciel<br />
5) Rúben André Alves<br />
6) Hugo Dias Quesado</p>
<p><strong>Candidatos Suplentes:</strong></p>
<p>1) Fabíola Sofia da Silva Barbosa<br />
2) Manuel de Jesus Martins Queiroz<br />
3) Joaquim Américo Cunha Velho Sousa</p>
<p><strong>Mandatário da lista:</strong><br />
José Leones Fernandes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
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