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	<title>Partido da Nova Democracia &#187; Opinião</title>
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		<title>Voz alternativa, por RUI MANUEL BRÁS</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 09:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[
Numa época tão mediatizada como a nossa é difícil não ver/ouvir/ler constantemente os membros da élite política nacional. Infelizmente… Digo isto porque sinto um enorme cansaço em relação a esses senhores e senhoras que conduziram o País à presente situação. Creio que esse sentimento é partilhado por muitos Portugueses. Não alinho, porém, nos que demonizam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/ruimanuelbras8.jpg"><img src="http://www.pnd.pt/ficheiros/ruimanuelbras8.jpg" alt="" title="ruimanuelbras8" width="168" height="187" class="aligncenter size-full wp-image-585" /></a></p>
<p><strong>Numa época tão mediatizada como a nossa é difícil não ver/ouvir/ler constantemente os membros da élite política nacional. Infelizmente… Digo isto porque sinto um enorme cansaço em relação a esses senhores e senhoras que conduziram o País à presente situação. Creio que esse sentimento é partilhado por muitos Portugueses. Não alinho, porém, nos que demonizam José Sócrates e, por interesse estratégico, lhe assacam a responsabilidade por tudo o que de mau tem acontecido a Portugal. Na “Barca do Inferno” de Gil Vicente têm lugar muitos mais e de vários quadrantes político-partidários.</strong></p>
<p>Nem o PSD, nem o CDS estão isentos de culpa! Como direita meramente partidária, que não ideológica (se é que ainda têm ideologia…) governaram de forma hesitante quanto às reformas necessárias, foram incompetentes em muitas situações, insensíveis aos sinais dos tempos. São partidos que, tirando-lhes a fachada e um ou outro tópico, não apresentam grandes diferenças em relação ao PS. Então quando toca a blindar o seu poder…</p>
<p>Os Portugueses estão entre a espada e a parede: sendo o PSD o partido em melhores condições para ser alternativa, na realidade não o é. Tire-se do poder o PS e teremos mais do mesmo, provavelmente até com o mesmo frisson mediático que têm marcado a arena política nos últimos cinco anos.</p>
<p>O futuro não se apresenta risonho, portanto. Isto significa que se mantém a necessidade de uma voz realmente alternativa, que diga a verdades aos Portugueses, que lhes aponte caminhos orientados por um pensamento estratégico e não meras panaceias imediatistas. A Nova Democracia tem sido essa voz, se bem que silenciada pelos poderes estabelecidos. </p>
<p>Não sei o que vai suceder no próximo congresso do Partido, mas, a meu ver, impõe-se uma profunda reflexão, não tanto sobre a ideologia ou o programa político, mas principalmente sobre os métodos e as práticas a assumir se quisermos continuar a ser a tal voz alternativa.</p>
<p>Rui Manuel Brás</p>
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		<title>O rato pode parir uma montanha, mas em Portugal isso é irrelevante , por ORLANDO CASTRO</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 09:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[
José Eduardo Moniz não tem «a mínima dúvida» da influência do Governo sobre a Media Capital, detentora da TVI, e da existência de um «plano» para controlar os meios de comunicação social.
Com a devida vénia ao Alto Hama
Nada disso. O primeiro-ministro de Portugal está inocente. É tudo uma campanha negra. Alguma vez José Sócrates pensaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/orlandocastro3.jpg"><img src="http://www.pnd.pt/ficheiros/orlandocastro3.jpg" alt="" title="orlandocastro" width="100" height="122" class="aligncenter size-full wp-image-582" /></a></p>
<p><strong>José Eduardo Moniz não tem «a mínima dúvida» da influência do Governo sobre a Media Capital, detentora da TVI, e da existência de um «plano» para controlar os meios de comunicação social.</strong></p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://www.altohama.blogspot.com/">Alto Hama</a></p>
<p>Nada disso. O primeiro-ministro de Portugal está inocente. É tudo uma campanha negra. Alguma vez José Sócrates pensaria em controlar a comunicação social? Não. Nunca. Em termos de pureza, só Deus no céu e Sócrates na terra. Sócrates só, também não. É justo incluir o seu amigo José Eduardo (dos Santos).</p>
<p>«Houve claramente um plano para condicionar a actuação de alguns meios de informação, alguns empresários e alguns jornalistas. Nunca fui permeável a pressões, mas há quem seja», afirmou, na Comissão de Ética Eduardo Moniz.</p>
<p>E, agora falando sério, é verdade que a comunicação social portuguesa, com raras excepções, está nas mãos dos donos dos jornalistas (os empresários) e dos donos dos donos (o poder político e bancário dos amigos).</p>
<p>«Não tenho a mínima dúvida da influência do Governo sobre a Media Capital e da capacidade de intervenção sobre os seus administradores», acrescentou, sem, no entanto, dar exemplos concretos, a não ser «rumores» do envolvimento de António Vitorino.</p>
<p>E se fosse só na Media Capital&#8230; bem iria o reino das ocidentais praias lusitanas a norte, embora cada vez mais a sul, de Marrocos. Mas não. Há mais. Muitas mais que, contudo, vagueiam nos meandros das faces ocultas de um país que está longe, cada vez mais longe, de ser um Estado de Direito.</p>
<p>Entretanto, o impoluto presidente da Controlinvest, Joaquim Oliveira recusou depor na Comissão de Ética prevista para amanhã à tarde, invocando “direito de reserva” quanto à sua “vida privada e empresarial”.</p>
<p>Fez muito bem. É preciso que os deputados e outros titulares dos órgãos de soberania saibam com quantos paus se faz uma canoa. Além disso vai processar o Estado português pelas suas responsabilidades na “continuada e gravíssima violação do segredo de justiça” na divulgação de escutas, por exemplo, no processo Face Oculta e o alegado plano para controlo dos media por parte do Governo e de José Sócrates.</p>
<p>É assim mesmo. Eles hão-de saber que não se brinca com a idoneidade dos empresários. E para que melhor sintam, o presidente da Controlinveste exige ao Estado português uma indemnização de um milhão de euros por este não conseguir assegurar o bom funcionamento do segredo de justiça. </p>
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		<title>Um certo estado d’alma, por Rui Manuel Brás</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 05:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[
Portugal deprime quem olhe para a sua realidade.
Primeiro pensei que fosse da chuva, do frio, enfim, do Inverno meteorológico. Depois percebi que não, que a responsabilidade estava num outro Inverno, o do descontentamento, do nosso descontentamento com a realidade visível e oculta de Portugal.
Hoje em dia, olhar para o meu país é uma fonte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/RuiBras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-520" title="RuiBras" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/RuiBras.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a></p>
<p><strong>Portugal deprime quem olhe para a sua realidade.</strong></p>
<p>Primeiro pensei que fosse da chuva, do frio, enfim, do Inverno meteorológico. Depois percebi que não, que a responsabilidade estava num outro Inverno, o do descontentamento, do nosso descontentamento com a realidade visível e oculta de Portugal.</p>
<p>Hoje em dia, olhar para o meu país é uma fonte de depressão. A culpa não é, de facto, do clima, por muito rigoroso que seja este Inverno. A culpa está naqueles que, devendo servir desinteressadamente Portugal, o transformaram numa coutada onde prevalece a corrupção moral e material, a mediocridade, o Mal.</p>
<p>Olho para o meu país e penso no futuro que terão os meus filhos, um futuro decisivamente marcado por esta élite política caduca, bestial, que de tudo faz para se manter no ou alcandorar ao poder; olho para o meu país e enoja-me certo jornalismo, as incoerências do sistema judicial, a injustiça social, o triunfo da estupidez ainda que disfarçada de competência; incomodam-me ainda aqueles que contribuiram para este estado e agora se arvoram em campeões da ruptura, só porque essa é a palavra certa para ganhar votos entre um povo que parece ter memória curta; olho para o meu país e recordo a “apagada e vil tristeza” de que já Camões falava.</p>
<p>Confesso que sinto saudades do Futuro que Portugal merece e que apenas outros, que não estes políticos, podem concretizar. Vem-me à memória o verso de Fernando Pessoa que denuncia: “Ó Portugal, hoje és nevoeiro…” e o meu país está de facto envolto na opacidade a que o votaram estes homens e estas mulheres que o têm (des)governado.</p>
<p>Mas se isto é assim, é também a Hora de acordarmos e tirarmos da frente dos olhos o véu com que nos querem cobrir a realidade: um Portugal doente, asfixiado, que precisa urgentemente de ar fresco, de gente nova com ideias novas para o levar no caminho do Futuro.</p>
<p>Portugal precisa de todos nós!</p>
<p>Rui Manuel Brás</p>
<p>12 de Fevereiro de 2010</p>
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		<title>DESPESISTAS E IRRESPONSÁVEIS, por João Carvalho Fernandes</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 22:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[
DESPESISTAS E IRRESPONSÁVEIS
São assim os nossos (tristes) governantes.
Por acção ou omissão deixaram chegar a economia do país ao estado actual.
Não contentes em esbanjar o dinheiro dos contribuintes em obras que quase só vão servir para encher os bolsos de alguns e ser no futuro um sorvedouro de verbas públicas (estradas desertas, aeroportos sem clientes, tgv&#8217;s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/Trio_da_desgraça1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-505" title="Trio_da_desgraça" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/Trio_da_desgraça1-1024x330.jpg" alt="" width="465" height="150" /></a></p>
<p><strong>DESPESISTAS E IRRESPONSÁVEIS</strong></p>
<p>São assim os nossos (tristes) governantes.</p>
<p>Por acção ou omissão deixaram chegar a economia do país ao estado actual.</p>
<p>Não contentes em esbanjar o dinheiro dos contribuintes em obras que quase só vão servir para encher os bolsos de alguns e ser no futuro um sorvedouro de verbas públicas (estradas desertas, aeroportos sem clientes, tgv&#8217;s sem passageiros, etc, etc, etc) ainda se dão ao luxo, depois de conseguirem garantir que um (mau? péssimo?) orçamento seja aprovado, de fazer chantagem ameaçando com a demissão do governo.</p>
<p>Os resultados estão à vista e os portugueses vão senti-los na pele muito em breve, quando começarem a ver o custo do crédito a trepar e ficarem ainda mais estrangulados financeiramente do que já estão. Isto para além de o serviço da dívida do país crescer, dificultando também qualquer recuperação.</p>
<p>É este triste governo, que se consegue enganar nas contas do défice num ponto percentual apenas de um mês para o outro, que promete que a partir de 2011 é que vai haver rigor e que vai atingir 3% de défice em 2013. É este governo, sem qualquer credibilidade, dados os sucessivos falhanços das suas políticas e das suas previsões que se dá ao luxo de criticar entidades externas que avisam que assim é impossível continuar.</p>
<p>Com a actuação irresponsável (sancionada eleitoralmente por uma fatia significativa de eleitores) de uns senhores capitaneados por José Sócrates, Teixeira dos Santos e Vítor Constâncio , Portugal atingiu hoje a deplorável posição de 14º no ranking dos países com maior risco de dívida, no mundo!</p>
<p>E se não bastasse toda a incompetência e irresponsabilidade que têm deixado como marca idelével da sua actuação, ainda têm a suprema lata de se fazerem de vítimas de tudo e de todos e de acusar os outros &#8211; oposição (que não é muito melhor, a bem dizer), agências de rating, comissário europeu, mercados e investidores, de perseguição!</p>
<p>Face a tudo isto, só há duas hipóteses:</p>
<p>1) Fugir do país para bem longe de onde estão estas aventesmas. Mas só alguns podem e/ou têm coragem de o fazer.</p>
<p>2) A REVOLTA.</p>
<p>Eu, opto claramente pela segunda hipótese.</p>
<p>Recuso terminantemente que por culpa destes senhores e dos que nos têm governado nos ultimos anos, a Soberania de Portugal esteja mais uma vez colocada em causa.</p>
<p>Recuso o fatalismo de ter um governo incapaz de atacar de frente os problemas estruturais da economia portuguesa.</p>
<p>Recuso que num período extremamente difícil para Portugal, se assista de manhã à noite a uma gincana política entre governo e oposição, como se o momento não fosse gravíssimo.</p>
<p>Recuso abdicar do meu direito e dever de cidadania, de apontar o que está mal e propor soluções.</p>
<p>Recuso um país onde a corrupção e o compadrio começam a ser a norma.</p>
<p>Recuso tudo isto. E não me calo.</p>
<p><strong>João Carvalho Fernandes</strong></p>
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		<title>Carta aberta aos Vários milhões de Portugueses, por Nelson Magalhães Fernandes</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 13:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[



Candidato a Deputado pelo Círculo da Europa e em representação do Partido da Nova Democracia do qual é Membro Fundador


Carta aberta aos Vários milhões de Portuguêses que para saírem duma miséria franciscana, á qual estavam inexorávelmente condenados se continuassem no deixa andar, deixa arder que o meu pai é bombeiro, decidiram um dia: Deixar Portugal&#8230;!
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-337" title="nelsonfernandes3" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/nelsonfernandes3.jpg" alt="nelsonfernandes3" width="218" height="270" /></p>
<table class="border_laranja" border="0" cellpadding="4" width="96%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo" width="100%" align="left" valign="top"><span class="texto_main"><strong>Candidato a Deputado pelo Círculo da Europa e em representação do Partido da Nova Democracia do qual é Membro Fundador</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" colspan="2">Carta aberta aos Vários milhões de Portuguêses que para saírem duma miséria franciscana, á qual estavam inexorávelmente condenados se continuassem no deixa andar, deixa arder que o meu pai é bombeiro, decidiram um dia: Deixar Portugal&#8230;!</p>
<p>A todos aqueles que já partiram, Deus sabe em que circunstâncias, a minha mais sincera homenagem&#8230;!</p>
<p>Para todos aqueles que estão em idade de decidir, está chegado o momento de reflectir sobre o País e a terra que nos viu nascer&#8230;!</p>
<p>Se entendem que está bem assim, então continuem a deixar andar, deixar arder. Se pelo contrário entendem que Portugal, os nossos Pais e no futuro os nossos Herdeiros, merecem melhor, então chegou a hora de agir&#8230;!</p>
<p>E agir, é nas próximas eleições elegêr a Deputados, para vos representar em Lisboa, homens, ou mulheres que como vós um dia deixaram tudo aquilo que mais amavam, para irem na estranja ganhar o pão para alimentar a familia&#8230;!</p>
<p>Quanto a todos aqueles que ainda são jovens que ainda não têm voto e aos largos milhões de Portuguêses que vivem fora de Portugal e não podem votar porque não estão recenseados, eu envio a minha Mensagem de esperança de que brevemente numas próximas Eleições não deixeis que os outros decidam por Vós&#8230;!</p>
<p>Gostaria de deixar aqui claro que o CASIMIRO e eu NELSON, não nos conhecêmos pessoalmente. Ele de CARDIGOS na Beira Baixa, rumou ao Hemisfério Sul, não sei quando. Eu BEIRÃO rumei à Velha Albion, vão lá 30 anos.</p>
<p>&#8212; O que é que nos tráz aqui&#8230;? Portugal, Portugal e Portugal&#8230;!</p>
<p>&#8212; O que é que ganhamos&#8230;? A admiração de todos aqueles que como nós amam a Pátria e a ira de todos aqueles para os quais Portugal é coisa de pouco valor&#8230;!</p>
<p>Já alguém perguntou claramente aqui na página do PORTUGALCLUB, como é que o Casimiro alinha num Partido Minúsculo como o PND&#8230;?</p>
<p>É pertinente a observação. Mas têm explicação. É que o PND é constituido de Mulheres e Homens libres de decidirem por eles assim como os Portuguêses que emigraram, um dia tomaram a responsabilidade do seu acto&#8230;!</p>
<p>Qual foi o Partido Político Português que no dia da sua Fundação teve um Emigrante como membro fundador, a sêr aplaudido de pé aquando do seu discurso&#8230;?</p>
<p>FOI O PARTIDO DA NOVA DEMOCRACIA. DEMOCRACIA LIBERAL.</p>
<p>Mas mais Caros Compatriotas, se comparado com todos os outros membros Fundadores do PND, esse Emigrante a quêm déram vóz e depois aplaudiram era quase um analfabeto.</p>
<p>Posso pois afirmar-vos sem sombra de dúvidas que no panorama político Português da actualidade não há outra formação politica com tanta coragem e sentido de responsabilidade para defender os interesses dos Portuguêses expatriados como o PND.</p>
<p>O futuro e os próximos acontecimentos dar-me-ão razão muito em breve.</p>
<p>Lanço pois daqui um apêlo a todos os muito poucos Portuguêses, residentes na Europa que irão receber o voto por correspondência para votarem nas próximas Eleições em Setembro a votarem no Coração do GALO de BARCELOS símbolo do PND, ou seja na minha Candidatura.</p>
<p>A minha equipe reside e trabalha aqui na Suissa. Só eu sou da actualidade os meus co/candidatos são três jovens. São pois Portuguêses do Futuro.</p>
<p>Dois deles são jovens filhos de Portuguêses, que nem sequêr em Portugal nasceram, mas não estão de lá desligados e quêrem que Portugal viva e continue a existir.</p>
<p>Está chegada a hora da mudança e votar nos Homens que representam o PND, vai sêr mudar para melhor.</p>
<p>Se Eleitos o Casimiro e eu Nelson, dar-vos-êmos provas da nossa capacidade a fazêr evoluir os acontecimentos de uma maneira Proactiva.</p>
<p>Nos sómos Homens do copo meio/cheio.</p>
<p>Português não pense duas vêzes. Vote em quêm lutará por si&#8230;!</p>
<p>Vote no coração do GALO. Vote no PND.</p>
<p>Vote no Casimiro. Vote no Nelson.</p>
<p>Imagine que aqui na Suissa dos cerca de 220.000 portuguêses que aqui residímos apenas receberêmos VOTO cerca de 3.000.</p>
<p>Envie o seu VOTO no PND. No coração do Galo de Barcelos.</p>
<p>Genébra: 27-08-09 &#8211; Nelson Magalhães Fernandes. &#8211; O seu Candidato.</p>
<p><strong>Especial convite a todos os Portuguêses residentes na Bélgica, no Luxemburgo, ou nas<br />
proximidades.</strong></p>
<p>Nos próximos dias 19 e 20 de Setembro, a Escola de Musica de Nyon na Suissa, ::Da qual fazem parte vários alunos, filhos de emigrantes Portuguêses, residentes em Nyon ::,</p>
<p>vai fazer uma visita à Belgica, durante a qual executará três Concertos.</p>
<p>O 1° Concerto terá lugar na vila de DINANT :: Terra do inventor do Saxofone, entre as 11 e as 13 h do Sabado 19-09-09, em conjunto com um grupo de musicos de toda a Região Wallone.</p>
<p>Local: Parque do Hotel de Ville de Dinant.</p>
<p>Dinant situa-se a uns meros 100km do Luxemburgo de Liége ou das fronteiras, Alemã, Francesa e Holandesa.</p>
<p>O 2° Concerto terá lugar no mesmo Sabado 19 a partir das 19 h na Praça de Santa Catarina em Bruxelas. Neste Concerto participará a Fanfarra da Real Academia Militar de Bruxelas.</p>
<p>Quanto ao 3° Concerto será no Domingo 20 a partir das 13 h no Quiosque do Parque de Bruxelas em frente ao Palácio Real.</p>
<p>Para intercalar com os jovens musicos Suissos na tarde de domingo, irá da Região Wallone uma banda de 50 jovens musicos da Academia de Musica de Dinant.</p>
<p>Chamo a atenção dos Portuguêses que eventualmente tivessem prazer em assistir a estes concertos que o domingo 20 de Setembro é a festa chamada: &#8221; A Bruxelles Champêtre &#8220;.</p>
<p>Nesse dia o trânsito é proibido em Bruxelas. A solução será dirigir-se lá de comboio ou outros transportes publicos. P.ex. Metro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Eleição de um Candidato, por Berta Brás</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[



Não é preciso jurar 


A longa frase “Juro pela minha honra que cumprirei com lealdade as funções que me são confiadas” que os funcionários pronunciavam antes de assinarem o seu contrato de trabalho, foi chavão que continuamos a ouvir, aquando da eleição de um novo governo, a cada figura do elenco governativo, pronunciada compenetradamente, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-332" title="silhueta21" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/silhueta21.gif" alt="silhueta21" width="144" height="198" /></p>
<table class="border_laranja" border="0" cellpadding="4" width="96%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo" width="100%" align="left" valign="top"><span class="texto_main"><strong>Não é preciso jurar </strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" colspan="2">A longa frase “Juro pela minha honra que cumprirei com lealdade as funções que me são confiadas” que os funcionários pronunciavam antes de assinarem o seu contrato de trabalho, foi chavão que continuamos a ouvir, aquando da eleição de um novo governo, a cada figura do elenco governativo, pronunciada compenetradamente, se não com íntima ironia,<br />
como já no tempo de Salazar se fazia, por serem palavras vazias, no seu ritual imposto. De facto, os sentimentos, se existem, não requerem longas tiradas retóricas para serem verdadeiros. E a maior parte de nós não acredita, infelizmente, na honra nem na lealdade, a não ser em função dos interesses de cada um.Quando o Sr. Casimiro Rodrigues afirma “Lutarei – em tudo quanto interesse à Diáspora – por não dar tréguas aos meus pares da Assembleia da República, até que os seus direitos sejam implantados e respeitados” – o seu discurso chão não requer a confirmação com juramento pela honra e cumprimento leal, expressões da vacuidade e do cinismo protocolares.</p>
<p>São frases que tocam nos pontos-chave da acção futura: a luta sem tréguas, a realização dos interesses da Diáspora.</p>
<p>E nós acreditamos, não sorrimos interiormente, como na eleição dos governantes.</p>
<p>Porque são palavras de força, de um homem probo, que um dia assumiu uma atitude corajosamente nacionalista &#8211; a de levar o incentivo aos Portugueses patriotas espalhados pelo mundo, e a de recolher deles – até então intimidados, despercebidos ou menosprezados, por não comungarem nos novos ideais só aparentemente libertários e só aparentemente solidários – os testemunhos das suas vivências ou dos seus pareceres e lutas, desde o 25 de Abril de 74.</p>
<p>Nunca aqui em Portugal se vira um protector desses, com tal carisma de hombridade e patriotismo.</p>
<p>Por isso, ao ler o seu “Programa” de apoio à Diáspora e as suas propostas que apontam para a autenticidade e o conhecimento e experiência dos problemas odisseicos dos Emigrantes no Mundo, sentimos um verdadeiro respeito por alguém que assumiu corajosamente um papel que reputo “histórico”, porque de uma heroicidade a lembrar os fundadores da Nação Portuguesa e aqueles navegadores dessa pequena Nação que outrora desbravaram mares e terras sem grandes preocupações culturais, mas com um real amor pelo espaço físico da sua criação.</p>
<p>Por isso, apoio incondicionalmente este grande Homem, verdadeiramente amante da sua Pátria e, que, nesse sentido, tem estendido a mão solidária – jamais inferiorizada, mas irónica perante as críticas – a todos, como um pai experiente, conhecedor das tramas que se vão urdindo em torno.</p>
<p>O seu Programa é a voz de um defensor dos direitos dos Portugueses que, pelo Mundo fora, pela indiferença dos Governos nacionais, se têm rebelado ou afligido em vão.</p>
<p>Um grande abraço de parabéns ao Sr. Casimiro Rodrigues, pela sua coragem em assumir um papel de competidor, desejando-lhe, do coração, a Vitória.</p>
<p>Para bem da Nação Portuguesa.</p>
<p>Berta Brás</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Limpar Portugal começando por cima, por Orlando Castro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 10:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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José Sócrates tornou regra de ouro no (mau) reino lusitano a norte, embora cada vez mais a sul, do seu congénere marroquino, que a liberdade dos jornalistas tem de acabar onde começa a dele, mas entende que a dele não tem limites.





Por alguma razão, há já bastante tempo mas sempre com plena actualidade, António Barreto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-309" title="orlandocastro2" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/orlandocastro2.jpg" alt="orlandocastro2" width="100" height="122" /></p>
<table class="border_laranja" border="0" cellpadding="4" width="96%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo" width="100%" align="left" valign="top"><span class="texto_main"><strong></strong></span></p>
<p><span class="texto_main"><strong>José Sócrates tornou regra de ouro no (mau) reino lusitano a norte, embora cada vez mais a sul, do seu congénere marroquino, que a liberdade dos jornalistas tem de acabar onde começa a dele, mas entende que a dele não tem limites.<br />
</strong></p>
<p></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" colspan="2">
Por alguma razão, há já bastante tempo mas sempre com plena actualidade, António Barreto disse que José Sócrates “não tolera ser contrariado, nem admite que se pense de modo diferente daquele que organizou com as suas poderosas agências de intoxicação a que chama de comunicação”.</p>
<p>António Barreto acrescentou ainda, de forma lapidar, que “o primeiro-ministro José Sócrates é a mais séria ameaça contra a liberdade, contra autonomia das iniciativas privadas e contra a independência pessoal que Portugal conheceu nas últimas três décadas”.</p>
<p>Habituado a que os trabalhadores das redacções dos órgãos de comunicação social (Jornalistas são, como é óbvio, outra coisa substancialmente diferente) lhe vão comer à mão, Sócrates não consegue conviver quer com a liberdade de expressão quer com o contraditório.</p>
<p>É por isso que se dá bem com a sua própria sombra, bem como com outras sombras que com ele estão sempre de acordo. Sócrates prefere ser assassinado pelo elogio do que salvo pela crítica. É um direito que lhe assiste. O problema está que quer transformar o país num amontoado de acéfalos e invertebrados portadores do cartão de militante do PS.</p>
<p>O azedume do primeiro-ministro quando vê algum jornalista (eu sei que é raro) reflecte igualmente a frustração que deve sentir por não ter conseguido, embora tenha tentado e continue a tentar, transformar muitos jornalistas nos tais acéfalos e invertebrados ao serviço (bem pago) da sua causa.</p>
<p>Aliás, se este PS voltar a ganhar as eleições, o certo é que acabem todos aqueles que teimam em ser Jornalistas. Se numa legislatura Sócrates fez o que fez, em duas será o fim da liberdade de expressão e da diversidade de opiniões.</p>
<p>O Governo de José Sócrates conseguiu numa só legislatura e sem grande esforço (em muitos casos apenas por um prato de lentilhas), fazer de grande parte da “imprensa o tapete do poder”.</p>
<p>O Governo de José Sócrates conseguiu numa só legislatura e sem grande esforço (em muitos casos apenas por um prato de lentilhas), transformar jornalistas em “criados de luxo do poder vigente&#8221;.</p>
<p>O Governo de José Sócrates conseguiu numa só legislatura e sem grande esforço (em muitos casos apenas por um prato de lentilhas), convencer os mais cépticos de que mais vale ser um propagandista da banha da cobra do PS, mas de barriga cheia, do que um ilustre Jornalista com ela vazia.</p>
<p>O Governo de José Sócrates conseguiu numa só legislatura e sem grande esforço (em muitos casos apenas por um prato de lentilhas), convencer os jornalistas que devem pensar apenas com a cabeça&#8230; do chefe (socialista, obviamente).</p>
<p>O Governo de José Sócrates conseguiu numa só legislatura e sem grande esforço (em muitos casos apenas por um prato de lentilhas), mostrar aos Jornalistas que ter um cartão do PS é mais do que meio caminho andado para ser chefe, director ou até administrador.</p>
<p>Voltem a dar-lhe a vitória e depois vão ver a liberdade a apenas tentar sobreviver nos córregos sinuosos da recordação.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://www.altohama.blogspot.com/" target="_blank">Alto Hama</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>PORTUGAL DE ALÉM FRONTEIRAS, por J. JORGE PERALTA</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 10:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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Réplica a uma crônica equivocada


UMA CONTROVÉRSIA QUE ABRE CAMINHOS
1. Após ler uma crônica no Expresso, bem elaborada, literariamente criativa, assinada por Henrique Raposo, sob o título &#8220;TRÊS PORTUGAIS&#8221;, fiquei preocupado com a linha persecutória e discriminatória, com certo tom beirando o fascismo, que o autor veiculou na imprensa.
Se o texto fosse publicado no Brasil, contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-302" title="silhueta2" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/silhueta2.gif" alt="silhueta2" width="144" height="198" /></p>
<p> </p>
<table class="border_laranja" border="0" cellpadding="4" width="96%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo" width="100%" align="left" valign="top"><span class="texto_main"><strong>Réplica a uma crônica equivocada</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" colspan="2"><strong>UMA CONTROVÉRSIA QUE ABRE CAMINHOS</strong></p>
<p>1. Após ler uma crônica no Expresso, bem elaborada, literariamente criativa, assinada por Henrique Raposo, sob o título &#8220;TRÊS PORTUGAIS&#8221;, fiquei preocupado com a linha persecutória e discriminatória, com certo tom beirando o fascismo, que o autor veiculou na imprensa.</p>
<p>Se o texto fosse publicado no Brasil, contra negros, judeus, ou qualquer outra comunidade, também contra portugueses, talvez fosse enquadrado como racismo, como discriminação e punido como crime inafiançável.</p>
<p>2. O Sr. Raposo que me desculpe mas deveria ser convidado a assinar um &#8220;Termo de Ajustamento de Conduta&#8221;, ao menos mentalmente, e pedir desculpa aos emigrantes de sua terra, por sua ofensa explícita. Aliás, acho que deve tomar essa atitude por vontade própria, pois, claramente, é uma pessoa preparada. Apenas teve uma incontinência verbal. Acontece.</p>
<p>Pedir desculpas, quando a gente erra, é atitude cidadã.</p>
<p>Como o texto é público, tomo a liberdade de criticá-lo publicamente, dentro do contexto nacional, a partir da forma como vejo a situação.</p>
<p>3. Aproveito a oportunidade para fazer uma reflexão mais abrangente sobre Portugal de Além Fronteiras, espalhado pelos cinco continentes, e seu grande potencial.</p>
<p>Não temos dois ou &#8220;três Portugais&#8221;. Os portugueses do Continente e Ilhas e os emigrantes até a 3ª Geração, formam um único Portugal: o Portugal Continental, Insular e da Diáspora. O que sair deste quadro é discriminação. As fronteiras<br />
morais são mais ofensivas do que as muralhas físicas. A Constituição não condiciona a cidadania à conta bancária de ninguém.</p>
<p>Portugal é uma Nação Una e Indivisível.</p>
<p>Os humanos nascem todos iguais, potencialmente, independentemente da condição econômica da família. O que os diferencia é a educação e as oportunidades que a vida lhes oferece. Somos todos iguais no nascimento mas diferentes na fortuna.</p>
<p>Assim sendo, não receio em afirmar que, muitos dos portugueses que saem têm mais oportunidades do que os que ficam. Por isso, entre os que saíram, os emigrantes, proporcionalmente temos muitas pessoas de mais sucesso do que as que ficaram. Até melhor preparadas. (Conteste quem puder).</p>
<p>O mundo e a vida não são lineares, como o Sr. Raposo parece pensar, na crônica.</p>
<p>4. Devo dizer enfaticamente: emigrar é honra e não desonra, como o articulista sugere.</p>
<p>Inúmeros homens, na história recente, nasceram em famílias rurais e se projetaram em grandes missões. O mundo, até 50 anos atrás, era predominantemente rural. E o mundo rural é fantástico. Ou não é?</p>
<p>O Presidente Obama, dos EUA , é de origem rural. E os nossos?</p>
<p>Em Portugal não é diferente; apenas alguns se mascaram.</p>
<p>Enfim, a maior riqueza dos humanos é a educação e o caráter e não os bens herdados da família ou amealhados, ou a nossa conta bancária.</p>
<p>Quem vive no asfalto não tem direito de desdenhar de quem procede do mundo rural, que era a realidade de 95% de nossos antepassados recentes, em Portugal e em todo o mundo civilizado.</p>
<p>As pessoas &#8220;do asfalto&#8221; certamente não são mais felizes, nem têm mais saúde e bem-estar do que as pessoas do mundo rural. A civilização do asfalto é uma grande sedução e uma grande ilusão (Questão discutível, não é?). Precisamos rever nossos mitos e nossos complexos.</p>
<p>Precisamos reconsiderar nossos conceitos e preconceitos em relação ao moderno progresso tecnológico, do qual também não podemos desdenhar. É uma realidade a ser integrada em nossas vidas, com os devidos cuidados.</p>
<p>Para mais considerações, leia também</p>
<p><a href="http://www.pnd.pt/wp-admin/www.tribunatropical.blogspot.com" target="_blank">www.tribunatropical.blogspot.com</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Que tal falar dos Chávez que pululam pelos cantos e esquinas de Portugal?  por Orlando Castro</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 22:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os governos socialistas de Portugal e Espanha contemporizam com o regime venezuelano, acusou em declarações à Lusa o eurodeputado português Silva Peneda a propósito da expulsão do espanhol Luis Herrera, igualmente membro do Parlamento Europeu.
Acusou e com razão. Fico, contudo, à espera (mesmo sem qualquer tipo de expulsão) de ver Silva Peneda falar da contemporização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/orlandocastro.jpg"><img src="http://www.pnd.pt/ficheiros/orlandocastro.jpg" alt="" title="orlandocastro" width="95" height="110" class="aligncenter size-medium wp-image-108" /></a></p>
<p><b>Os governos socialistas de Portugal e Espanha contemporizam com o regime venezuelano, acusou em declarações à Lusa o eurodeputado português Silva Peneda a propósito da expulsão do espanhol Luis Herrera, igualmente membro do Parlamento Europeu.</b></p>
<p>Acusou e com razão. Fico, contudo, à espera (mesmo sem qualquer tipo de expulsão) de ver Silva Peneda falar da contemporização do Governo português com os muitos Hugo Chávez que pululam nas ocidentais praias lusitanas.</p>
<p>As autoridades venezuelanas expulsaram ontem do país o eurodeputado espanhol Luis Herrera, membro do Partido Popular Europeu, depois de este questionar o processo eleitoral na Venezuela e desafiar os venezuelanos a &#8220;votar em liberdade&#8221;.</p>
<p>Liberdade que, aliás, não só falta na Venezuela como noutros países, mesmo quando se fala – por exemplo – na Península Ibérica.</p>
<p>Os venezuelanos votam amanhã uma reforma constitucional que, no limite, garante a manutenção vitalícia no poder do presidente venezuelano Hugo Chávez.</p>
<p>&#8220;Não posso deixar de registar que muita gente de esquerda, socialistas, falam de princípios e valores, e há que registar que foram os governos de Portugal e Espanha os que mais se têm curvado perante (Hugo) Chávez para fazer negócios&#8221;, considerou Silva Peneda, eleito para o Parlamento Europeu nas listas do Partido Social Democrata (PSD).</p>
<p>&#8220;Os princípios valem o que valem. Quando chega a dinheiro e negócios os princípios são relegados para outro tipo de prioridades&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Pois é. E é aqui que a porca torce o rabo. Os princípios, os valores, a ética são mandados às malvas quando o dinheiro e os negócios batem à porta. E é por isso que existem tantos Hugo Chávez em Portugal. Ou não será?</p>
<p>&#8220;Expulsar um deputado europeu pela força, simplesmente por ter feito declarações críticas contra as autoridades e sem qualquer explicação é próprio de regimes ditatoriais. E este regime de Hugo Chávez está cada vez mais longe de respeitar as liberdades fundamentais&#8221;, vincou Silva Peneda.</p>
<p>E quando, em Portugal, se “expulsam” trabalhadores só porque se recusam a pensar com a barriga, alegando que o devem fazer com a cabeça, está-se em que tipo de regime? Não é com certeza de uma democracia.</p>
<p>Sei que é mais fácil acusar os estrangeiros, mas não seria mau ter coragem para, dentro de Portugal, apontar também aqueles que atiram para a sarjeta os princípios e os valores da democracia e da liberdade de expressão.</p>
<p>Orlando Castro</p>
<p>in: <a href="http://www.altohama.blogspot.com/" target="_blank">Alto Hama</a></p>
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		<title>Eles comem tudo e não deixam nada &#8211; A bem da Nação gerida pelo PS(D), por Orlando Castro</title>
		<link>http://www.pnd.pt/opiniao/eles-comem-tudo-e-nao-deixam-nada-a-bem-da-nacao-gerida-pelo-psd-por-orlando-castro/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 17:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/orlandocastro.jpg"><img src="http://www.pnd.pt/ficheiros/orlandocastro.jpg" alt="" title="orlandocastro" width="95" height="110" class="alignleft size-medium wp-image-108" /></a><b>«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo&#8230;»</b></p>
<p>Era bom saber quais são os partidos políticos beneficiados nas suas campanhas eleitorais não só em relação ao BPN como a todos os outros bancos e grandes empresas que, por norma, jogam em vários tabuleiros para terem a certeza de que – seja qual for o partido vencedor – ganham sempre.</p>
<p>Podem, por isso e a partir de agora, os portugueses ficar descansados. Graças ao Magalhães, a corrupção, o compadrio, o clientelismo e outras virtudes também, mas não só, socialistas, vão desaparecer. É só carregar na tecla que diz “delete”.</p>
<p>Não sei porquê, mas até estou tentado a pensar que se os bancos fossem sérios e honestos (eu sei que é uma utopia) se calhar muitas das empresas que estão em dificuldade, bem como muitas das que já foram à vida, estariam hoje em boas condições.</p>
<p>Ou será que, para além de lucros milionários, os bancos ainda têm privilégios especiais que os tornam donos e senhores deste reino? Será que os bancos são de facto, de jure seria pedir muito, os donos do país?</p>
<p>E, já agora, só Oliveira e Costa vai dentro por ser responsável por um banco que acumulou perdas no valor de 700 milhões de euros? Em tempos afirmei que a única responsável por este caso era a mulher de limpeza do BPN, calculando que seria presa rapidamente.</p>
<p>Mas, afinal, não foi. Dizem-me que pertence a um qualquér órgão que dá total imunidade e impunidade&#8230;</p>
<p>Nota: Com excepção do primeiro parágrafo, que data de 1802 e foi escrito por Thomas Jefferson, todos os outros foram aqui (aqui no Alto Hama, onde mais podeia ser?) publicados.</p>
<p>in: <a href="http://www.altohama.blogspot.com/" target="_blank">Alto Hama</a></p>
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