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	<title>Partido da Nova Democracia &#187; Tribuna Pública</title>
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		<title>Olho na esquerda &#8211; Manuel Brás</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 10:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tribuna Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[



Com o aumento do totalitarismo de esquerda que tem dominado nos últimos anos o Estado português, sobretudo através das acções políticas, ideológicas e legislativas do PS, do PC e do Bloco de Esquerda – ainda que possam fingir que estão divididos, no que é mais relevante estão unidos – é um imperativo pôr em questão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-298" title="manuelbras7_peq" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/manuelbras7_peq.jpg" alt="manuelbras7_peq" width="249" height="278" /></p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Com o aumento do totalitarismo de esquerda que tem dominado nos últimos anos o Estado português, sobretudo através das acções políticas, ideológicas e legislativas do PS, do PC e do Bloco de Esquerda – ainda que possam fingir que estão divididos, no que é mais relevante estão unidos – é um imperativo pôr em questão o papel do Estado e lutar sem tréguas por diminuir o poder do Estado sobre a sociedade civil.</strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top">O actual modelo de Estado é totalitário, na medida em que pretende tendencialmente, em lume brando, monopolizar e monitorizar a educação e a saúde, por via do monopólio da oferta e da monitorização de valores e costumes.<br />
Ontem tentaram a utopia do igualitarismo e da sociedade perfeita sem classes por via da economia e falharam: e economia socialista e o colectivismo ruíram com a defunta União Soviética.</p>
<p>Mas os saudosistas do marxismo continuam a forçar a utopia do igualitarismo, hoje muito menos por via da economia, envergonhados pelo fracasso soviético, e muito mais por via do monopólio da educação, da saúde, dos valores e costumes.</p>
<p>Um exemplo? Existem alguns, como a fortíssima carga fiscal, mas talvez o mais emblemático seja a tentativa de impor um modelo, entre tantos que existem, de educação sexual à força nas escolas, por determinação unilateral do Estado, considerando os pais ignorantes e reduzindo a educação a uma coisa meramente técnica-sanitária, propriedade de uns quantos iluminados, tarefa, obviamente, inacessível aos pais.</p>
<p>Este tipo de políticas totalitárias levanta uma autêntica vedação à volta de cada cidadão e exige da sociedade civil uma resposta capaz de travar a esquerda radical e totalitária que grassa no PS, no PC e no Bloco de Esquerda e que minou certas franjas do PSD e do CDS.</p>
<p>Trata-se, ao fim e ao cabo, de fazer o processo ao contrário. Em vez de pôr a sociedade civil ao serviço do Estado, dominado até à exaustão pela esquerda, como sucede actualmente, pôr o Estado ao serviço da sociedade civil, estimulando e respeitando a diversidade da oferta e o financiamento da procura.</p>
<p>O voto na Nova Democracia – PND é útil para que Portugal desperte do pesadelo totalitário em que está mergulhado e desperte para uma nova cultura de liberdade e responsabilidade.</p>
<p>O voto na Nova Democracia é útil até para que outras forças políticas, que têm andado a dormir, acordem.</p>
<p>Um deputado da Nova Democracia – PND faz (a) diferença em S. Bento.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>FALTA VERGONHA AOS PARTIDOS &#8211; JORGE FERREIRA</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 10:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tribuna Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[



De repente a lei do financiamento dos partidos virou uma lei fantasma. Afinal nenhum dos partidos que a negociou e votou a queria negociar e votar.


 


A reacção dos partidos ao veto de Cabaço Silva à inexplicável lei do financiamento dos partidos revela uma atroz falta de vergonha. De repente todos compreendem a posição de Cavaco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="jorgeferreira4_peq2" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/jorgeferreira4_peq2.jpg" alt="jorgeferreira4_peq2" width="171" height="229" /></strong><strong></strong></p>
<p><strong>De repente a lei do financiamento dos partidos virou uma lei fantasma. Afinal nenhum dos partidos que a negociou e votou a queria negociar e votar.</strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top">A reacção dos partidos ao veto de Cabaço Silva à inexplicável lei do financiamento dos partidos revela uma atroz falta de vergonha. De repente todos compreendem a posição de Cavaco (Sócrates), todos acham que dado calendário eleitoral não se pode mexer agora no assunto (o inenarrável Bloco também ávido de dinheiro para cartazes, o irreconhecível CDS outrora dado à contenção de gastos públicos), como se há um mês não estivéssemos próximos de actos eleitorais. E, pasme-se!, até a nova coqueluche Paulo Rangel, apesar de ter votado contra, diz agora, só agora, que afinal o PSD não concordava com o que votou.Só o PCP, honra lhe seja, se mantém coerente com o seu voto. Evidentemente que não preocupa o PCP o facto de, para salvar a sua Festa de Setembro, pôr a classe operária a pagar mais para os partidos através dos impostos sobre o trabalho, nem o preocupa que, em tempos de crise, os partidos recebam mais do Estado e possam até receber mais dinheiro sem fiscalização nem controle.</p>
<p>Este episódio triste que criou uma improvável União Nacional na Assembleia da República revela apenas a falta de vergonha destes partidos e talvez ajude a explicar a abstenção de domingo.</p>
<p>Tomar, 10 de Junho de 2009</p>
<p>Jorge Ferreira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Os responsáveis pela crise económica do povo português &#8211; Fernando Lidon</title>
		<link>http://www.pnd.pt/tribuna-publica/os-responsaveis-pela-crise-economica-do-povo-portugues-fernando-lidon/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 22:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tribuna Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[
O endividamento das famílias portuguesas atingiu, no ano passado, o valor mais alto dos últimos 14 anos, situando-se em torno dos 129% do rendimento disponível. Paralelamente, no distrito de Setúbal, tal como ocorre na generalidade do país, nas empresas, o endividamento das sociedades não financeiras corresponde a 114% do PIB, o valor mais elevado dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-261" title="fernando_lidon" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/fernando_lidon.jpg" alt="fernando_lidon" width="180" height="240" /></p>
<p>O endividamento das famílias portuguesas atingiu, no ano passado, o valor mais alto dos últimos 14 anos, situando-se em torno dos 129% do rendimento disponível. Paralelamente, no distrito de Setúbal, tal como ocorre na generalidade do país, nas empresas, o endividamento das sociedades não financeiras corresponde a 114% do PIB, o valor mais elevado dos últimos dez anos. As consequências são óbvias, a falência de múltiplas empresas, o aumento do desemprego, a depressão social e o acréscimo de bolsas de pobreza.<br />
De facto, no primeiro trimestre do ano, 1207 empresas iniciaram uma acção de insolvência, mais 80% do que no ano passado. A taxa de desemprego atingiu os 8,1% no mês de Janeiro, (com mais 70 mil desempregados em Janeiro, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística).<br />
Neste contexto, cerca de 20% dos portugueses vivem ou estão em risco de viver em situação de pobreza. Estas taxas de risco de pobreza registam-se já depois das transferências sociais, como pensões ou subsídios, porque sem estes, a taxa de pobreza em Portugal cobriria 40% da população. Entre os grupos de risco &#8211; mais propícios a caírem em situação de pobreza &#8211; estão os idosos e as famílias numerosas. O desemprego, salários de miséria e pensões ainda mais miseráveis, colocam estes grupos em situações francamente difíceis.<br />
Não acredita? Veja por si, no filme que a seguir se apresenta, a situação de pobreza a que Portugal chegou (<a href="http://clientes.netvisao.pt/pndsetubal/">Filme – Pobreza em Portugal</a>)</p>
<p>Neste contexto, quem para alem da classe política dirigente deve ser responsabilizada?</p>
<p>Fernando Lidon<br />
Direcção do Partido da Nova Democracia</p>
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		</item>
		<item>
		<title>ROMANCE CONSTITUCIONAL &#8211; Jorge Ferreira</title>
		<link>http://www.pnd.pt/tribuna-publica/romance-constitucional-jorge-ferreira/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 22:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tribuna Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para os cidadãos mais esquecidos, recordo que a Constituição portuguesa tem um artigo que prevê a obrigação de o estado garantir o pleno emprego. Nunca esta norma foi cumprida desde o dia em que entrou em vigor, em 25 de Abril de 1976. 
Posso até assegurar mais: nunca será cumprida porque a economia real, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/jorgeferreira05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-131" title="jorgeferreira05" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/jorgeferreira05-145x200.jpg" alt="" width="145" height="200" /></a></p>
<p><strong>Para os cidadãos mais esquecidos, recordo que a Constituição portuguesa tem um artigo que prevê a obrigação de o estado garantir o pleno emprego. Nunca esta norma foi cumprida desde o dia em que entrou em vigor, em 25 de Abril de 1976. </strong></p>
<p>Posso até assegurar mais: nunca será cumprida porque a economia real, a que não tem lugar nos discursos da campanha eleitoral em curso, não o consente. Mas ela jaz no texto constitucional em nome da utopia socialista e marxista de 1975, que alguns julgaram que se tornaria verdade através da norma.</p>
<p>Essa pobre coitada, essa abandonada, desprezada e violada norma constitucional jaz ainda na Constituição, porque os dogmas preferem a mentira piedosa à verdade. Mas a verdade hoje é 7,8% de desemprego. Numa afirmação chocante e reveladora do mais puro delírio José Sócrates considerou o número animador. Ele, um qualificado violador do artigo 52º, nº 2, alínea a). Mas não. Se lhes perguntarem, às esquerdas cegas, surdas e mudas, nas quais incluo, nos dias em que lhe convém, José Sócrates, recusarão tirar o artiguinho da Constituição. Eles precisam do romance constitucional para ter um discurso.</p>
<p>Lisboa, 18 de Fevereiro de 2009</p>
<p>Jorge Ferreira</p>
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		<title>NINGUÉM RESPEITA O PARLAMENTO &#8211; Jorge Ferreira</title>
		<link>http://www.pnd.pt/tribuna-publica/ninguem-respeita-o-parlamento-jorge-ferreira/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 22:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tribuna Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em Portugal ninguém respeita o Parlamento, que se chama constitucionalmente Assembleia da República. E por que é que ninguém o respeita? Ninguém o respeita porque o Parlamento não se dá ao respeito. Melhor: não se tem dado ao respeito ao longo dos anos da democracia. Consequentemente, ninguém o toma a sério. 
Um Parlamento é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/jorgeferreira05.jpg"><img src="http://www.pnd.pt/ficheiros/jorgeferreira05-145x200.jpg" alt="" title="jorgeferreira05" width="145" height="200" class="alignleft size-medium wp-image-131" /></a></p>
<p><strong>Em Portugal ninguém respeita o Parlamento, que se chama constitucionalmente Assembleia da República. E por que é que ninguém o respeita? Ninguém o respeita porque o Parlamento não se dá ao respeito. Melhor: não se tem dado ao respeito ao longo dos anos da democracia. Consequentemente, ninguém o toma a sério. </strong></p>
<p>Um Parlamento é uma instituição essencial numa Democracia. Num sistema parlamentar como motor, centro e dínamo do sistema. Num sistema presidencial como contraponto fiscalizador do Presidente.</p>
<p>Ora, esta semana ficámos a saber que várias instituições recusaram entregar documentos a uma Comissão de Inquérito Parlamentar. Esta atitude, tipificada na lei como crime de desobediência qualificada, é recorrente. Já aconteceu noutros inquéritos. E porquê? Lá está: ninguém acha importante e ninguém receia consequência desta ilegalidade. E com razão.</p>
<p>No e com o Parlamento nunca acontece nada.</p>
<p>Já provei do veneno do sistema nos inquéritos parlamentares. Deparei-me com recusas de dezasseis-entidades-dezasseis em entregar documentos, deparei-me com documentos desaparecidos de arquivos parlamentares, com boicotes, com pressões, com pactos de bloco central no encobrimento de situações irregulares e até com violação das regras legais de substituição de deputados nas Comissões Parlamentares de Inquérito. Eu denunciei. </p>
<p>O Ministério Público arquivou e no e com o Parlamento nunca acontece nada. Responsabilidade de quem? Dos deputados. </p>
<p>Lisboa, 07 de Janeiro de 2009 </p>
<p>Jorge Ferreira </p>
]]></content:encoded>
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		<title>TRANSPARÊNCIA</title>
		<link>http://www.pnd.pt/tribuna-publica/transparencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 15:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tribuna Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[



Tanta lei para tanto buraco. Os partidos do sistema fizeram uma lei para expulsar os partidos que podiam crescer de lhes tirar o lugar. A iniquidade foi tanta que tiveram de alterar a lei. Os partidos do sistema fizeram uma lei de financiamento dos partidos para asfixiar os partidos que lhes podiam tirar o lugar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/jorgeferreira4_peq1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-36" title="jorgeferreira4_peq1" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/jorgeferreira4_peq1.jpg" alt="" width="171" height="229" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Tanta lei para tanto buraco. Os partidos do sistema fizeram uma lei para expulsar os partidos que podiam crescer de lhes tirar o lugar. A iniquidade foi tanta que tiveram de alterar a lei. Os partidos do sistema fizeram uma lei de financiamento dos partidos para asfixiar os partidos que lhes podiam tirar o lugar. A estupidez foi tanta que hão-de alterar a lei.</strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top">Agora, na campanha interna para a liderança do PSD há candidatos apoiados por empresas que não revelam os apoios recebidos. A mim, como cidadão e eleitor, interessa-me especialmente saber que empresas apoiam com dinheiro a candidata (cada vez menos) favorita. Até porque é conhecido o caso da Somague. A candidata não diz (o que terá a esconder?) e a lei não obriga.</p>
<p>Estes partidos do sistema quando legislam para “tramar” os outros, safam-se sempre. Até um dia.</p>
<p>Lisboa, 23 de Maio de 2008</p>
<p>Jorge Ferreira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Afastamento da sociedade portuguesa de Portugal</title>
		<link>http://www.pnd.pt/tribuna-publica/afastamento-da-sociedade-portuguesa-de-portugal/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 18:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PND</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tribuna Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[



Andamos alegremente a ironizar sobre o vicio de tabaco do primeiro-ministro. José Sócrates desculpa-se estilo “menino da escola primária”. Triste sina a nossa que nem conseguimos ter um chefe de governo que assuma as consequências de não ter cumprido a lei&#8230;. Será que não entende que teria de dar o exemplo? Assumia, pagava a multa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pnd.pt/ficheiros/joaomotaferreira_evora.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-23" title="joaomotaferreira_evora" src="http://www.pnd.pt/ficheiros/joaomotaferreira_evora.jpg" alt="" width="100" height="100" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top"><strong>Andamos alegremente a ironizar sobre o vicio de tabaco do primeiro-ministro. José Sócrates desculpa-se estilo “menino da escola primária”. Triste sina a nossa que nem conseguimos ter um chefe de governo que assuma as consequências de não ter cumprido a lei&#8230;. Será que não entende que teria de dar o exemplo? Assumia, pagava a multa e assunto encerrado. Agora esta “fantochada” do “vou deixar de fumar”; “senti-me mal mas não foi da abstinência” demonstra claramente que não está à altura de ser chefe de governo quanto mais não seja porque não é um bom cidadão.</strong></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td class="texto_main" valign="top">Andamos alegremente a comentar as consequências do apito final. Juízes de um tribunal desportivo andam acompanhados de segurança do estado com medo de represálias de adeptos ou dirigentes desportivos de um ou mais clubes. Não sabemos viver com a justiça em Portugal? Nem que seja pelo menos a desportiva? Já nem falo da justiça criminal onde processos como o da casa pia se arrastam por anos, ou pedófilos que saem em liberdade por cumprirem o limite de tempo de prisão preventiva. Um estado sem Justiça não é um estado Justo.Andamos alegremente a assistir à luta pelo poder no PSD. Esquecemo-nos rapidamente que se trata somente da luta de poder pelo poder. Quem sairá vencedor terá sempre um partido a pensar no próximo líder após as eleições de 2009. Qual o verdadeiro fundamento de cada um? Lembra-me um pouco a “tomada” de liderança do CDS por parte de Paulo Portas: Tudo isto “cheira” a lugares&#8230; Um diz-se social democrata, outro liberal social, outro populista mas ninguém afirma peremptoriamente que quer modificar o sistema politico.</p>
<p>Andamos alegremente a ouvir as estatísticas da nossa economia. Na semana passada soubemos que o nosso crescimento para 2008 não seria 2.2% mas sim 1.5%. O governo ficou mal na fotografia. Mas logo a seguir veio os números do desemprego: Baixou 0.8% em comparação com o 1º trimestre de 2007 para 7.6%. Só que números são números. As estatísticas lemos como queremos e hoje já veio a justificação: 32.000 desempregados desistiram de procurar emprego e passaram a inactivos para efeitos de estatística. Ou seja se fossem contabilizados aos 427.000 desempregados teríamos uma taxa acima dos 8%, outra vez.</p>
<p>Isto é preocupante. Mas o que mais me preocupa é que 32.000 portugueses, maioritariamente jovens, consideram que ou não teem qualificações para se empregarem ou desistiram de procurar emprego na nossa economia por acharem que a mesma dificilmente lhes criará emprego.</p>
<p>Com isto tudo só posso pensar que muito mal vai esta nossa Nação que vive constantemente enganada por quem nem tem a capacidade para nos governar. Com isto só posso acreditar que 32.000 portugueses desistiram pura e simplesmente de Portugal. Será que ninguém faz nada? Neste momento não se trata do afastamento da sociedade da politica, trata-se, isso sim, do afastamento da sociedade portuguesa de Portugal.</p>
<p>Évora, 19 de Maio de 2008</p>
<p>João Mota Ferreira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="98%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td align="right"><a href="javascript:loadwindow('enviar.php?noticia=6847',450,250)"></a>  <a href="javascript:loadwindow('imprimir.php?noticia=6847',600,450)"></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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