Olho na esquerda – Manuel Brás

| Com o aumento do totalitarismo de esquerda que tem dominado nos últimos anos o Estado português, sobretudo através das acções políticas, ideológicas e legislativas do PS, do PC e do Bloco de Esquerda – ainda que possam fingir que estão divididos, no que é mais relevante estão unidos – é um imperativo pôr em questão o papel do Estado e lutar sem tréguas por diminuir o poder do Estado sobre a sociedade civil. |
| O actual modelo de Estado é totalitário, na medida em que pretende tendencialmente, em lume brando, monopolizar e monitorizar a educação e a saúde, por via do monopólio da oferta e da monitorização de valores e costumes. Ontem tentaram a utopia do igualitarismo e da sociedade perfeita sem classes por via da economia e falharam: e economia socialista e o colectivismo ruíram com a defunta União Soviética. Mas os saudosistas do marxismo continuam a forçar a utopia do igualitarismo, hoje muito menos por via da economia, envergonhados pelo fracasso soviético, e muito mais por via do monopólio da educação, da saúde, dos valores e costumes. Um exemplo? Existem alguns, como a fortíssima carga fiscal, mas talvez o mais emblemático seja a tentativa de impor um modelo, entre tantos que existem, de educação sexual à força nas escolas, por determinação unilateral do Estado, considerando os pais ignorantes e reduzindo a educação a uma coisa meramente técnica-sanitária, propriedade de uns quantos iluminados, tarefa, obviamente, inacessível aos pais. Este tipo de políticas totalitárias levanta uma autêntica vedação à volta de cada cidadão e exige da sociedade civil uma resposta capaz de travar a esquerda radical e totalitária que grassa no PS, no PC e no Bloco de Esquerda e que minou certas franjas do PSD e do CDS. Trata-se, ao fim e ao cabo, de fazer o processo ao contrário. Em vez de pôr a sociedade civil ao serviço do Estado, dominado até à exaustão pela esquerda, como sucede actualmente, pôr o Estado ao serviço da sociedade civil, estimulando e respeitando a diversidade da oferta e o financiamento da procura. O voto na Nova Democracia – PND é útil para que Portugal desperte do pesadelo totalitário em que está mergulhado e desperte para uma nova cultura de liberdade e responsabilidade. O voto na Nova Democracia é útil até para que outras forças políticas, que têm andado a dormir, acordem. Um deputado da Nova Democracia – PND faz (a) diferença em S. Bento. |
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2 respostas ao artigo “Olho na esquerda – Manuel Brás”


Até parece que a vossa luta por essas bandas é contra o socialisnmo e o comunismo…! Se fosse ao senhor eu aí votava no Alberto Jõao!
Este Senhor dá uma no cravo e outra na ferradura…